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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Dodó - uma ave não voadora, a espécie extinta das Ilhas Maurícias

     O dodó, também chamado de dronte (nome científico: Raphus cucullatus), foi uma ave não‐voadora endémica das ilhas Maurícias, uma das ilhas Mascarenhas na costa leste de África, perto de Madagáscar.
     A ave mais próxima geneticamente foi a também extinta Solitário-de-Rodrigues, também da subfamília Raphidae, da família dos pombos; sendo que a mais semelhante ainda viva é o Pombo-de-Nicobar. Durante algum tempo, pensou-se erradamente que o dodó branco existisse na ilha de Reunião.
     O dodó tinha cerca de um metro de altura e podia pesar entre 10 a 18 quilogramas na natureza. A aparência externa é evidenciada apenas por pinturas e textos escritos no século XVII e, por causa dessa considerável variabilidade, levando-se em conta que poucas descrições são conhecidas, a aparência exata é um mistério. Também não se conhece exatidão o seu habitat e comportamento. Tem sido descrito com plumagem cinza acastanhada, patas amarelas, um tufo de penas na cauda, cabeça cinza sem penas, e bico preto, amarelo e verde. A moela ajudava a ave a digerir os alimentos, incluindo frutas, e acredita-se que o principal habitat tenha sido as florestas costeiras nas áreas mais secas da ilha. Presume-se que o dodó tenha deixado de voar devido à facilidade de se obter alimento e a relativa inexistência de predadores na ilha Maurícia.
     A primeira menção ao dodó que se conhece pertenceu a marinheiros holandeses em 1598. Nos anos seguintes, o pássaro foi caçado por marinheiros famintos. Os seus animais domésticos e espécies invasoras foram introduzidas durante esse tempo, competindo com a espécie.
     A última ocasião em que comprovadamente o dodó foi visto data de 1662. A extinção não foi imediatamente noticiada e alguns consideraram-na uma criatura mítica. No século XIX, pesquisas conduziram a uma pequena quantidade vestígios, quatro espécimes trazidos para a Europa no século XVII. Desde então, uma grande quantidade de material subfóssil foi recolhido nas Maurícias, a maioria no pântano Mare aux Songes. A extinção do dodó, apenas um século após a sua descoberta, chamou a atenção para um problema previamente desconhecido da humanidade: o desaparecimento por completo de diversas espécies.


Henrique Carvalho (5.º A)

terça-feira, 15 de novembro de 2016

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

O ciclo da água

Adaptado de:
CIBRÃO, C.; LEMOS, A.; CUNHA, R. & SALSA, J.  2016. Cientic 5. Porto Editora. Porto.

Inês Sousa (5.º A)

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

A Conservação da Natureza - 5.º ano

Os alunos do 5.º ano foram convidados a refletir, nas aulas de Ciências Naturais, acerca de alguns problemas relacionados com a forma como o Homem trata a Natureza e os seus seres vivos. De seguida apresentam-se alguns dos trabalhos preparados e apresentados pelos alunos.

5.º A

O estado do Ambiente

     O Homem não tem pensado no estado do ambiente, na vida dos outros seres vivos e na poluição que está a acontecer ultimamente. Neste artigo vou falar um pouco sobre o estado do ambiente.
Em primeiro lugar, o ambiente está a ficar poluído; o que devemos fazer é evitar deitar lixo para o chão e não destruir o habitat dos seres vivos. Esta situação tem vindo a acontecer porque as pessoas não respeitam os locais destinados a colocar o lixo, que são os caixotes do lixo e os ecopontos e por vezes deitam lixo para o chão.
     Em segundo lugar vou falar dos seres vivos ameaçados, como, por exemplo, o lince ibérico, a baleia azul e o urso polar. Estes animais estão em vias de extinção, devido, entre outras razões, à destruição do seu habitat. O que devemos fazer para ajudar estes seres vivos é reconstruir os seus habitats e devolvê-los ao seu devido local.
     Proteger o ambiente é muito importante, pois melhora a vida de todos os seres vivos, incluindo a nossa!

Luís Paulo (5.ºA)

Os ambientes atuais

     Hoje em dia, os ambientes estão muito poluídos devido a fenómenos naturais, ou também, mais frequentemente, à poluição causada pelo Homem.
     Chegámos à situação atual por causa do lixo deitado nos rios, no solo e, infelizmente, em quase todos os locais por onde o Homem passa. A poluição também é causada pelos incêndios (que são mais frequentes no Verão). Há duas situações de incêndios: os causados por fenómenos naturais, como os relâmpagos, e, os mais frequentes, situações causadas pelo Homem, como fogueiras, cigarros mal apagados e por vezes por derrame de combustível. Existem muitas espécies de animais em vias de extinção, como o lince ibérico e o panda gigante e algumas que se encontram mesmo extintas, como o dodó.
     Para se evitarem todos estes prejuízos, o Homem vai ter de parar de destruir o planeta Terra.

Matilde Gonçalves (5.ºA)

Páginas da Vida

Guilherme Aguiar (5.ºA)

5.º B

A Conservação da Natureza

30/09/2015
     Boa tarde, eu sou a jornalista Luísa Leal.
     Há alguns dias fui entrevistar algumas pessoas sobre o que achavam da extinção de várias espécies de seres vivos. Várias pessoas disseram-me que foi o Homem que causou a extinção de vários seres vivos, mas outras disseram-me que não foi ele.
     Como obtive respostas diferentes, fui fazendo outras perguntas, como: "Qual a situação em que se encontra o ambiente?"
     Algumas pessoas disseram-me que o ambiente não está assim tão bom, pois o Homem não está a protegê-lo, por espero que o Homem comece a conservá-lo.

Luísa Leal (5.ºB)

Rio Leça

     Era uma vez um rio que era muito poluído. As pessoas iam lá apanhar peixes e destruíram o seu habitat.
     Houve um dia que despejaram muito lixo e o rio ficou muito poluído, mas mais tarde, tiveram que recolher o lixo, deixando o rio mais limpinho.

Pedro Filipe Monteiro (5.ºB)

Os habitats

     Os habitats são importantes, porquesem eles os seres vivos ficam sem sítio para viver e extinguem-se.
     Hoje em dia estamos a melhorar a situação do ambiente, mas mesmo assim ele está ainda muito poluído.
     Para mim, o Homem teve alguma culpa, pois polui e provoca incêndios e desflorestação, razões que destroem os habitats.
     Uma das espécies de seres vivos ameaçados é o lince ibérico. As causas da sua situação são a caça dessa espécie e a diminuição do número de coelhos-bravos, seu principal alimento.
     Para contribuir e ajudar as espécies que estão ameaçadas, podemos não poluir, não provocar tantos incêndios e acabar com a caça excessiva.

Sara Moutinho (5.ºB)

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Buldogue francês

     O Buldogue francês é uma raça que encanta todos, principalmente os fãs dos "cães de cara amassada".

País de origem:  França
Ano:  por volta de 1800
Função original:  cão de colo
Função atual:  cão de companhia
Pelagem:  lisa, curta, macia e brilhante
Peso médio:  8kg a 14kg
Tamanho:  aproximadamente 35cm
Expectativa de vida:  12 a 14 anos

História e Origem

   
     O Buldogue francês é uma raça que deve a sua existência a pelo menos três países: Inglaterra, França e EUA. A Inglaterra ajudou com a base da raça, que foi o antigo buldogue. Criadores franceses transformaram estes pequenos buldogues num tipo francês distinto, e criadores americanos foram os primeiros a exigir as tão conhecidas orelhas de morcego.
     Hoje, os buldogues franceses são cães muito especiais, excelentes como cães de companhia. O seu focinho engraçado e o seu temperamento divertem muito as pessoas, sendo difícil passear com um bulldog francês sem chamar a atenção.
Ana Rita Queijo (5.º A)

quinta-feira, 11 de junho de 2015

O corpo humano

Duarte Duarte (5.º A)

Fototropismo

     Fototropismo é a designação dada ao movimento dos seres vivos em reação a estimulos luminosos, especialmente das plantas. Este movimento pode ser em direção à fonte de luz (fototropismo positivo), em sentido oposto a esta (fototropismo negativo) ou perpendicular à direção desta (fototropismo transversal).
     O fototropismo nas plantas é tal que o caule apresenta reação positiva, isto é alonga-se em direção à luz, e a raiz reação negativa, conduzindo a um crescimento desta afastando-se da fonte luminosa.
     Quando se ilumina um caule de maneira unilateral, na face iluminada ocorre destruição pela luz de um tipo de hormonas vegetais - auxinas -, o que inibe o crescimento naquela região. Com isso, o lado que permanece no escuro cresce mais, determinando a curvatura do caule em direção à fonte luminosa.  
     Nas raízes, ao contrário, a inativação das auxinas presentes na face iluminada favorece o seu crescimento: daí a curvatura desses órgãos em direção oposta à fonte de luz.

             
Ana Rita Queijo (5.º A)

terça-feira, 26 de maio de 2015

Grandes carnívoros em extinção

     Leões, focas, ursos e outras espécies de grandes predadores estão a desaparecer dos seus habitats. Em consequência, é cada vez mais frágil o equilíbrio em diversos ecossistemas por todo o mundo, sobretudo no Sudeste da Ásia, o Sul e o Leste de África e a Amazónia, na América. Em 31 espécies dos maiores carnívoros da Terra, resta apenas um quarto da sua população. Outras 17 espécies, só dispõem de metade da sua área original.



Duarte Duarte (5.º A)

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Vida selvagem em perigo

     Em África existem 32 mil leões. Há cinquenta anos, eram 100 mil. O número de girafas também diminuiu. Em 2000, eram cerca de 140 mil, atualmente são 80 mil. A razão para este declínio é a invasão humana dos seus habitats, para os converter em áreas agrícolas e povoações.
     Existem nove espécies de girafa. O Quénia é o país onde vive o maior número destes animais, que são os mais altos do mundo, e o único onde convivem as três subespécies. O Governo queniano comprometeu-se a garantir que as vai proteger no presente e no futuro.
     Apenas nove países africanos têm pelo menos mil leões. A Tanzânia, com cerca de 13 mil, é onde subsistem mais. No oposto, foi na Guiné-Bissau que a redução foi mais acentuada.



Duarte Duarte (5º A)