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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Como é que os astronautas se alimentam no espaço

     Antes de partirem para uma viagem espacial, os astronautas precisam de abastecer a nave com alimentos especialmente preparados e embalados para o consumo fora da Terra.
Grosso modo, esses “petiscos” precisam de durar bastante tempo sem refrigeração e, principalmente, de serem fáceis de preparar. Afinal, além do ambiente de microgravidade (força de gravidade muito inferior à da Terra) impor certas dificuldades em tarefas simples e rotineiras, os astronautas também precisam de aproveitar ao máximo o tempo em órbita para executarem os seus trabalhos.
     
Bandeja usada pelos astronautas da estação Skylab (Fonte: NASA) 
Refeição da Tripulação da Estação Espacial Internacional (Fonte: NASA)

     John Glenn, o primeiro norte-americano a ir ao espaço (1962), tinha como parte da sua missão alimentar-se num ambiente de microgravidade. O teste foi feito para avaliar se havia alguma dificuldade no processo de deglutir o bolo alimentar. Felizmente, Glenn provou ser perfeitamente possível comer no espaço. Aliás, uma das bebidas consumidas por ele enquanto estava em órbita está ao alcance de todos nós: sumo Tang.


Ani Soghmahian (5.º B)

segunda-feira, 7 de março de 2016

Animais Extintos

Apresento aqui alguns exemplos de  espécies de animais já extintas, que nunca mais poderão voltar a existir por causa de diversos fatores.

Dodó (Raphus cucullatus)
Com um nome divertido, o dodó, uma ave não voadora, com cerca de um metro de altura, das Ilhas Maurícias,  extinguiu-se no séc. XVII. A caça por humanos e seus animais domésticos e a invasão de outras espécies colaboraram para o desaparecimento desta espécie. Os marinheiros apenas tinham de se aproximar para os apanhar, pois estes não fugiam do ser humano.

Mamute (Mammuthus)
Parentes maiores e mais peludos dos elefantes, os mamutes extinguiram-se por volta do ano 1700 a.C., mas já quase tinham desaparecido no final da última glaciação (10.000 a.C.). As alterações climáticas  que ocorreram no planeta no final da Era Glaciar e a caça praticada pelo homem da pré-história  terão sido as causas da sua extinção.

Dudongo-de-steller  (Hydrodamalis gigas)
Também conhecido por vaca-marinha-de-steller, o Dudongo-de-steller foi uma espécie de mamífero marinho que se extinguiu no final do séc. XVIII. Era um animal herbívoro, media até 8 metros de comprimento e pesava entre 5 a 11 toneladas.
As causas da sua extinção foram a pesca excessiva pela procura da sua carne, que se assemelhava à da vaca, pele e gordura.A caça excessiva também tinha como alvos as lontras marinhas que se alimentavam, entre outras coisas, de ouriços do mar. Com os seus predadores em declínio, a população de ouriços explodiu e, como se alimentavam da mesma vegetação marinha, tornaram-se competidores do dugongo-de-steller.

Quagga (Equus quagga)
Ao contrário das zebras, estes animais apresentavam listas apenas na metade anterior do corpo. A  sua extinção em 1883 deveu-se à caça massiva pelo ser humano, que procurava a sua carne e pele. O facto de se alimentarem das pastagens do gado foi também um fator que levou ao seu extermínio.

Megalodonte (Carcharodon megalodon)
Também conhecido por tubarão branco-gigante  viveu entre há 20 e 16 milhões de anos atrás no Oceano Pacifico. Tinha  entre 15 e 20 metros, e um peso que podia chegar às 50 toneladas. Extinguiram-se quando os mares polares se tornaram demasiado frios para a sobrevivência dos tubarões, permitindo que as baleias, que eram o seu alimento, pudessem estar a salvo deles durante o verão.

Tigre-da-tasmânia (Thylacinus cynocephalus)
O tilacino ficou conhecido por ser o maior marsupial carnívoro dos últimos tempos. Acredita-se que este animal – que é nativo da Austrália e da Papua Nova Guiné – tenha entrado em extinção no século XX. Pela sua pelagem listada nas costas, o tilacino também é conhecido por tigre-da-tasmânia ou lobo-da-tasmânia. A caça por recompensa foi o fator determinante no desaparecimento desta espécie, mas outros aspetos também contribuíram, como doenças, a introdução de cães e a invasão do Homem no seu habitat.

Alce-gigante (Megaloceros)
O alce-gigante – também chamado de alce-irlandês – é o maior cervo que já passou pela Terra. Como o próprio nome já diz, impressionava pelas suas imensas proporções. As discussões acerca dos motivos que levaram o mamífero à extinção têm como foco as hastes do animal e não o seu tamanho avantajado. Então, assim como aconteceu com muitos outros animais desta lista, a caça realizada pelos humanos foi um fator determinante para o desaparecimento da espécie.

Auroque (Bos primigenius)
Um dos animais extintos mais famosos da Europa, os auroques são um tipo de bovino bem maior do que o que conhecemos hoje. A caça desses animais era restrita somente aos nobres e seus empregados, mas, conforme o número de auroques foi diminuindo, a corte impediu a prática, sendo ainda necessário que fiscais de caça garantissem pasto e segurança para os bovinos. Quem fosse apanhado a  invadir as áreas dos animais podia até mesmo ser punido com a morte. O último exemplar da espécie morreu em 1627 na Polónia.

Leão-das-cavernas (Panthera leo spelaea)
O leão-das-cavernas – também conhecido como leão-europeu – é uma subespécie extinta que chegou ao nosso conhecimento através de fósseis e de uma grande variedade de arte pré-histórica. Esta subespécie representava um dos maiores leões de que se tem notícia. Em geral, estima-se que a subespécie tenha sido 5% a 10% maior do que os leões que conhecemos hoje. Tudo indica que eles foram extintos há cerca de 10 mil anos atrás, durante o último período glaciar (Idade do Gelo). Porém, existem indícios de que eles existiram recentemente até há 2 mil anos atrás, na região dos Balcãs, na Europa.

Pelas espécies de animais já extintas não podemos fazer mais nada senão recordá-las, mas pelas que estão agora em perigo podemos fazer tudo.

Adaptado de:
https://pt.wikipedia.org
 http://www.megacurioso.com.br

Guilherme Pereira (5.º B)


segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

O Falcão-peregrino

     O falcão-peregrino é uma ave de rapina de médio porte que pode ser encontrada em todos os continentes exceto na Antártida. A espécie prefere habitats em zonas montanhosas ou costeiras, mas pode também ser encontrado em grandes cidades como Nova Iorque. Na América do Sul, ele só surge como espécie migratória. Como ave reprodutora, é substituído na América do Sul por uma espécie similar e um pouco menor, o falcão-de-peito-laranja. Atualmente a ave é considerada o animal mais veloz do mundo, podendo atingir cerca de 320 km/h ou mais.

Tomás Barreiro (5.º B)

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Baleia-corcunda deu à costa em Tavira

     Uma baleia-corcunda, com nove metros de comprimento e 2,5 toneladas de peso, apareceu morta na praia de Cabanas, Tavira, tendo a Polícia Marítima local tomado conta da ocorrência.
     Segundo o mesmo responsável, o alerta foi dado à Polícia Marítima cerca das 09:00 por elementos dos Nadadores Salvadores e do Centro de Operações Marítimas, tendo no local verificado que a baleia tinha as "barbatanas cortadas", indício que leva a supor que tenha ficado presa a uma rede de pesca, levando alguém a cortar as barbatanas com uma faca ou algo similar para a soltar. Ventura Borges referiu que se trata de um tipo de baleia "relativamente rara", existindo apenas registo de cinco casos de baleias-corcundas que deram à costa.
     A remoção da baleia, cujo estado de decomposição indica que estaria morta há dois dias, foi feita sob a direção da Polícia Marítima.


Rodrigo Fernandes (5.ºB)

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Tigre de Bengala

     O tigre de bengala é uma espécie ameaçada porque habita por vezes regiões onde o homem vive e por isso o homem causa a sua morte.

CURIOSIDADES

     Relativamente ao tigre de bengala:

  • pode medir  entre 1 a 3 metros de comprimento;
  • os seus dentes podem chegar a medir até mais de 10cm;
  • as suas garras podem chegar a medir até 8 cm;
  • pode viver até aos 20 anos.

     A sua mordida é a mais forte entre todos felinos.
     O tigre de bengala é carnívoro, alimentando-se dos seguintes animais: búfalos, veados, alces, coelhos, macacos e até pássaros e cobras.
Adaptado de: http://animaisemextincao11.blogspot.pt/p/tigre-de-bengala.html

Ani Soghmahian (5.ºB)

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

A Conservação da Natureza - 5.º ano

Os alunos do 5.º ano foram convidados a refletir, nas aulas de Ciências Naturais, acerca de alguns problemas relacionados com a forma como o Homem trata a Natureza e os seus seres vivos. De seguida apresentam-se alguns dos trabalhos preparados e apresentados pelos alunos.

5.º A

O estado do Ambiente

     O Homem não tem pensado no estado do ambiente, na vida dos outros seres vivos e na poluição que está a acontecer ultimamente. Neste artigo vou falar um pouco sobre o estado do ambiente.
Em primeiro lugar, o ambiente está a ficar poluído; o que devemos fazer é evitar deitar lixo para o chão e não destruir o habitat dos seres vivos. Esta situação tem vindo a acontecer porque as pessoas não respeitam os locais destinados a colocar o lixo, que são os caixotes do lixo e os ecopontos e por vezes deitam lixo para o chão.
     Em segundo lugar vou falar dos seres vivos ameaçados, como, por exemplo, o lince ibérico, a baleia azul e o urso polar. Estes animais estão em vias de extinção, devido, entre outras razões, à destruição do seu habitat. O que devemos fazer para ajudar estes seres vivos é reconstruir os seus habitats e devolvê-los ao seu devido local.
     Proteger o ambiente é muito importante, pois melhora a vida de todos os seres vivos, incluindo a nossa!

Luís Paulo (5.ºA)

Os ambientes atuais

     Hoje em dia, os ambientes estão muito poluídos devido a fenómenos naturais, ou também, mais frequentemente, à poluição causada pelo Homem.
     Chegámos à situação atual por causa do lixo deitado nos rios, no solo e, infelizmente, em quase todos os locais por onde o Homem passa. A poluição também é causada pelos incêndios (que são mais frequentes no Verão). Há duas situações de incêndios: os causados por fenómenos naturais, como os relâmpagos, e, os mais frequentes, situações causadas pelo Homem, como fogueiras, cigarros mal apagados e por vezes por derrame de combustível. Existem muitas espécies de animais em vias de extinção, como o lince ibérico e o panda gigante e algumas que se encontram mesmo extintas, como o dodó.
     Para se evitarem todos estes prejuízos, o Homem vai ter de parar de destruir o planeta Terra.

Matilde Gonçalves (5.ºA)

Páginas da Vida

Guilherme Aguiar (5.ºA)

5.º B

A Conservação da Natureza

30/09/2015
     Boa tarde, eu sou a jornalista Luísa Leal.
     Há alguns dias fui entrevistar algumas pessoas sobre o que achavam da extinção de várias espécies de seres vivos. Várias pessoas disseram-me que foi o Homem que causou a extinção de vários seres vivos, mas outras disseram-me que não foi ele.
     Como obtive respostas diferentes, fui fazendo outras perguntas, como: "Qual a situação em que se encontra o ambiente?"
     Algumas pessoas disseram-me que o ambiente não está assim tão bom, pois o Homem não está a protegê-lo, por espero que o Homem comece a conservá-lo.

Luísa Leal (5.ºB)

Rio Leça

     Era uma vez um rio que era muito poluído. As pessoas iam lá apanhar peixes e destruíram o seu habitat.
     Houve um dia que despejaram muito lixo e o rio ficou muito poluído, mas mais tarde, tiveram que recolher o lixo, deixando o rio mais limpinho.

Pedro Filipe Monteiro (5.ºB)

Os habitats

     Os habitats são importantes, porquesem eles os seres vivos ficam sem sítio para viver e extinguem-se.
     Hoje em dia estamos a melhorar a situação do ambiente, mas mesmo assim ele está ainda muito poluído.
     Para mim, o Homem teve alguma culpa, pois polui e provoca incêndios e desflorestação, razões que destroem os habitats.
     Uma das espécies de seres vivos ameaçados é o lince ibérico. As causas da sua situação são a caça dessa espécie e a diminuição do número de coelhos-bravos, seu principal alimento.
     Para contribuir e ajudar as espécies que estão ameaçadas, podemos não poluir, não provocar tantos incêndios e acabar com a caça excessiva.

Sara Moutinho (5.ºB)

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Os Cefalópodes como indicadores do bom estado dos Ecossistemas

     Os Cefalópodes (como por exemplo: lulas, polvos, chocos, potas, entre outros) são moluscos marinhos muito antigos, bastante evoluídos, com modos de vida diversos e um vasto leque de preferências ambientais. Têm uma vida curta (morrem após um único período de desova ao fim de 1 a 2 anos) e possuem características que lhes valem um lugar de destaque na estrutura trófica (ou seja, nas relações alimentares) dos ecossistemas marinhos. São também um recurso valioso da pesca em vários países da Europa e do Mundo.
     Estes animais têm uma grande sensibilidade a alterações ambientais, como variações no clima e na salinidade (quantidade de sal dissolvido na água). Por exemplo, o polvo-comum desapareceu do Canal da Mancha após o inverno gelado de 1963, não tendo regressado tão a norte desde o ano referido. Outro exemplo é o facto de migrarem para maiores profundidades quando a salinidade é reduzida (por exemplo após grandes chuvadas). 
     Por esta grande sensibilidade, são muitas vezes utilizados como indicadores biológicos, ou seja, como forma de avaliar a "saúde" dos ecossistemas.

Adaptado de http://www.ipma.pt/pt/media/noticias/newsdetail.html?f=/pt/media/noticias/textos/Cefalopodes_DQEM.html 


Mariana Rocha (5.º B)

sexta-feira, 6 de junho de 2014

O cavalo-marinho

     O cavalo-marinho pertence a um género de peixes das águas marinhas temperadas e tropicais. Os cavalos-marinhos caracterizam-se por terem uma cabeça alongada, com filamentos, e por exibirem mimetismo semelhante ao do camaleão, podendo mudar de cor e mexer os olhos independentemente um do outro. Nadam com o corpo na vertical, movimentando rapidamente as suas barbatanas.
     Alimentam-se de pequenos moluscos, vermes, crustáceos e plâncton, que são sugados através do seu focinho tubular. Como não têm o costume de ir atrás do alimento, comem o que estiver a passar por eles.

 

    A reprodução dos cavalos marinhos ocorre na primavera. Os ovos postos pela fêmea são fertilizados pelo macho, que os guarda numa bolsa na base da sua cauda. Dois meses mais tarde, os ovos abrem e o macho realiza violentas contorções para expelir os filhotes. Estes são transparentes e pouco maiores que um centímetro.

Mariana Rocha (5.º B)


sexta-feira, 9 de maio de 2014

Os coalas

     Os coalas vivem em média 14 anos. Vivem em eucaliptos de onde tiram o seu alimento, passando, em média, 14 horas por dia a dormir ou a descansar, e o restante em busca de alimento. A sua bolsa marsupial situa-se na barriga. O filhote fica lá até crescer e, depois, fica agarrado às costas da mãe até tornar-se adulto.
     Estes marsupiais encontram-se em vias de extinção desde o início da colonização inglesa da Austrália, quando surgiu o hábito de matá-los para usar a sua pele, pois a sua pelagem do dorso é muito densa e tem uma coloração escura que absorve o calor. Hoje, a caça não é o maior risco, mas sim os incêndios nas florestas e a eliminação das árvores onde vivem. Ao perder a sua “casa” e o alimento adequado, o coala muda de local e pode chegar a povoamentos ou cidades onde acaba por morrer por atropelamento ou é caçado por cães.

Bebé koala com a sua mãe
Koala adulto
Mariana Rocha (5.º B)

sábado, 12 de abril de 2014

É de peixe mas sabe a carne: investigadores desenvolvem salsicha de pescado

     Uma salsicha de peixe que sabe a carne. Este é o inovador produto desenvolvido por investigadores do Departamento do Mar e dos Recursos Marinhos do Instituto Português do Mar e da Atmosfera. Utilizando a pescada como matéria-prima, em conjugação com um conceito familiar ao mercado alimentar, foi assim desenvolvida a salsicha de pescado, que, apesar de ser confecionada com peixe, mantém as propriedades sensoriais: odor, sabor e textura, de uma típica salsicha Frankfurter. Rogério Mendes, um dos principais impulsionadores do projeto, deu a conhecer um pouco mais sobre este produto, que tem viabilidade para revolucionar o mercado.
     A salsicha de pescado não sabe a peixe, integra a dose diária recomendada de Omega 3 e fibras vegetais e tem ingredientes muito recomendados para as crianças em idade escolar. “Só tenho pena de não ser industrial”, brinca o investigador, que acredita no sucesso do produto e nos benefícios que poderia trazer à saúde pública.

http://negocios.verportugal.net/Publicacoes/Restauracao/E-de-peixe-mas-sabe-a-carne-Investigadores-desenvolvem-salsicha-de-pescado=007482 (adaptado)

Mariana Rocha (5.º B)

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Os cinco animais mais inteligentes do Mundo

Apresento os cinco animais mais inteligentes do Mundo, segundo o site http://animalplanet.discoverybrasil.uol.com.br/os-5-animais-mais-inteligentes-do-planeta/.

1. O porco
Por incrível que pareça, as pesquisas comprovam que as habilidades do porco chegam a superar as dos cães e gatos. Eles entendem como funciona um espelho, por exemplo. Numa experiência realizada há alguns anos, alguns porcos foram treinados para movimentar um cursor com os focinhos, numa tela de vídeo e a distinguir imagens que já tinham visto de outras que estavam a visualizar pela primeira vez. Eles foram melhor sucedidos do que alguns chimpanzés treinados.

2. O polvo
Lembram-se  do polvo Paul, do Aquário Marinho (Sea Life Centre) de Oberhausen, na Alemanha? Aquele que fez sucesso durante o Campeonato do Mundo, na África do Sul, acertando muitos resultados de jogos? Está provado que os polvos são os mais inteligentes animais invertebrados. Testes com labirintos e resolução de problemas provaram que esses octópodes possuem memórias de factos recentes e remotos. Eles conseguem abrir frascos, apertar parafusos, entre outras habilidades. São os únicos invertebrados que são capazes de usar ferramentas.

3. O corvo
O corvo é capaz de imitar o som de algumas palavras, como o papagaio. Como os polvos, são capazes de usar ferramentas simples, armazenar alimentos para o inverno e memorizar experiências para uso em circunstâncias futuras. Um deles foi observado a fazer algumas nozes caírem para uma rua movimentada para serem esmagadas pelos pneus dos automóveis, de modo a que eles pudessem comê-las. Também podem reconhecer pessoas e lembrar-se dos seus rostos durante bastantes anos.

4. Os golfinhos
Estes, com toda certeza, são um dos animais mais inteligentes. Parece até que têm uma linguagem própria e, através dela, comunicam entre si. Cientistas fizeram diversas tentativas para decifrar essa linguagem, mas, até agora, não obtiveram sucesso. Há alguns anos houve pescadores que observaram golfinhos a arrancar pedaços de esponjas do mar, envolvendo os seus narizes com eles, para evitarem escoriações.

5. Os elefantes

Este animal é solidário para com os outros. As fêmeas, quando estão  grávidas, reconhecem e comem certo tipo de erva que induz o parto. Usam ferramentas para diversas finalidades. Por ocasião da morte de um membro do grupo, seguem rigorosos e complicados rituais fúnebres e costumam visitar os “túmulos” dos falecidos.

Mariana Rocha (5.º B)

quarta-feira, 9 de abril de 2014

O castor

     O castor pertence a um género de roedores semi aquáticos, com duas espécies: o C. fiber (castor-europeu) e o C. canadensis (castor-americano). É o segundo maior roedor do mundo, depois da capivara, e o maior do hemisfério norte.
     Estes animais continuam a crescer ao longo das suas vidas. O peso médio dos adultos é de 16 kg, e embora as espécies com mais de 25 kg não sejam comuns, foram encontrados exemplares atingindo 40 kg. As fêmeas chegam a ser tão grandes ou até maiores do que os machos da mesma idade, o que é incomum entre os mamíferos. Geralmente medem aproximadamente 30 cm de altura por 75 cm comprimento (sem contar a cauda, que possui cerca de 25 cm de comprimento por 15 cm de largura).
     Os castores têm as patas traseiras espalmadas, enquanto as dianteiras, cobertas com um pelo mais preto, são semelhantes às mãos humanas, cada uma com cinco dedos bem desenvolvidos. Os dedos das patas traseiras, em contrapartida, estão unidos por uma membrana. Os castores não têm boa visão, mas podem ver debaixo de água, graças a uma terceira pálpebra, lateral e transparente, que cobre os seus pequenos olhos. Além disso, têm bons sentidos da audição, olfato e tato. Enquanto estão submersos fecham as suas narinas e ouvidos para evitar a entrada de água. Graças ao seu sistema respiratório um castor pode ficar debaixo de água até quinze minutos, sem ter que sair para respirar.
     Os castores têm o cérebro liso. No entanto, têm um córtex mais espesso, que faz com que sejam mais inteligentes que os outros animais desta ordem.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Castor (adaptado)

Mariana Rocha (5.º B)

segunda-feira, 10 de março de 2014

O microscópio ótico e a sua evolução

     O microscópio ótico permite ampliar uma imagem, de forma a observarmos melhor o que pretendemos. As imagens obtidas através do microscópio são simétricas, ampliadas e invertidas. 
Observação da letra P ao microscópio (à direita)
     O poder de ampliação, que é o número de vezes que um objeto é ampliado pelo microscópio, obtém-se multiplicando a ampliação da objetiva pela da ocular. Exemplo: se a objetiva amplia 60x e a ocular tem um poder de ampliação de 6x, o poder de ampliação total é de 60 x 6=360x.

     O microscópio evoluiu bastante, desde que foi inventado, no final do século XVII até hoje:
                                                                                                                                   
Primeiro microscópio (século XVII)
Microscópio de 1751
Microscópio ótico atual

Mariana Rocha (5.ºB)

     Aqui fica um vídeo com os constituintes do microscópio e suas funções:

segunda-feira, 3 de março de 2014

O que são abelhas zombies?

     Nos Estados Unidos, no início do passado mês de fevereiro foram encontradas, na zona leste, abelhas que se designam por abelhas zombies. O que é uma abelha zombie?
     As abelhas zombies são abelhas infetadas por ovos da mosca Apocephalus borealis. Este processo consiste em a mosca agarrar-se ao corpo das abelhas e depositar nelas estes ovos. Esta espécie foi descoberta em 2008 por John Hademik, professor na Universidade Estatal de são Francisco.
     Tenham calma! Este sintoma só se propaga em abelhas, vespas de papel e zangões. 
     Porém, estas abelhas não são condenadas a vaguear o resto da vida como os zombies tradicionais: algumas horas ou dias depois de começarem a manifestar sintomas, morrem.

     Para entenderem melhor o processo, temos algumas imagens:

Esta é a mosca que produz os ovos
Aqui está a mosca a depositar os ovos
Por fim, as larvas eclodem dos ovos

Afonso Ramos e Diogo Sousa (5.ºB)

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

NASA quer produzir água na Lua e ar em Marte

     A NASA está a planear missões à Lua e a Marte em 2018 e 2020 para realizar provas que poderão demonstrar como produzir água e oxigénio.
     A NASA, em conjunto com a CSA (Agência Espacial do Canadá) planeia enviar para a Lua um robô todo-o-terreno, em 2018 e outro a Marte, em 2020. Pensam, também, que este seria o maior avanço científico desde que Armstrong pisou a Lua pela primeira vez, em 1969.
     Na Lua, têm como objetivo analisar os constituintes do solo lunar, mas também realizar experiências de extração de água e outras substâncias voláteis tais como o hidrogénio e o oxigénio.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

As zebras

     As zebras são mamíferos, muito semelhantes aos cavalos, mas com listas alternadas a preto e branco, dispostas na transversal. Estas riscas escurecem com o passar dos anos e contribuem bastante para a camuflagem do animal. Causa uma ilusão de ótica nos outros animais, confundindo o predador, o que muitas vezes permite à zebra fugir.
     Quando se sentem ameaçadas por outros animais tornam-se muito velozes, podendo atingir até 70 km/h.
     Podem chegar a 1,5 m de altura, 2,4 m de comprimento e aos 250-300 Kg. Habitam em savanas ou nas selvas de África.


Mariana Rocha (5.º B)

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Apartamentos dos homens “ pré-históricos”

     Acabada uma investigação feita no noroeste de Itália, concluiu-se que os Neandertais (a espécie humana mais próxima do homem moderno) sabiam organizar o interior das suas habitações e faziam-no de uma forma idêntica ao homem moderno.
     Estes nossos antepassados já possuíam sala de estar, quartos, cozinha, dispensa e um local onde guardavam as armas e algumas ferramentas de que necessitavam.
     As suas habitações estavam ainda concebidas para que em alguns espaços da habitação incidisse luz natural. Também possuíam um espaço exterior onde praticavam algumas atividades.


Mariana Pereira (5.º B)



     Ficam algumas informações sobre o Homem de Neandertal e comparações entre este e o Homem atual (imagem retirada de http://galeriaphotomaton.blogspot.pt/2010/05/ha-um-bocadinho-de-neandertal-dentro-de.html)  
               

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Os veados

     Os veados expandiram-se em todo o mundo, com exceção da Austrália (os que lá vivem foram levados pelos colonos). Em Portugal, predominam os veados-vermelhos.
     Os machos, na maioria das espécies, desenvolvem esgalhos, galhadas ou hastes (feitos de sais de cálcio) no crânio, que são renovados anualmente. São usados como arma durante o período de acasalamento, nos combates entre machos.
     Os veados são herbívoros, tendo uma alimentação específica devido à pouca especialização do seu estômago, que não digere vegetação fibrosa, como a erva. Assim, alimentam-se principalmente de rebentos, folhas, frutos e líquenes. Têm ainda elevados necessidades nutricionais de minerais que lhes permitam crescer novos esgalhos todos os anos.
     A cor do seu pelo varia consoante a época do ano. A isto chama-se mudança de cor de pelagem.


Mariana Rocha (5.º B)