Luísa Leal (6.º B)
Neste espaço do Externato de Santa Joana poderás encontrar diversos materiais relacionados com as Ciências Físicas e Naturais e os teus próprios artigos de pesquisa ou de opinião, sempre que os queiras partilhar.
Nalgum lugar, há algo incrível à espera de ser conhecido.
Carl Sagan
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terça-feira, 9 de maio de 2017
segunda-feira, 6 de março de 2017
O sistema cardiovascular
Apresentam-se, de seguida, dois trabalhos sobre o sistema cardiovascular humano, realizados, de forma voluntária e generosamente apresentados nas aulas de Ciências Naturais pelo João Rocha e pelo Tomás Barreiro, do 6.º B. Uma excelente partilha!
Tomás Barreiro (6.º B)
João Rocha (6.º B)
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
A digestão e saúde oral
Rodrigo Fernandes (6.º B)
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Dia Mundial da Alimentação 2016
Como tem sido hábito, os alunos do 6.º ano do Externato assinalaram o Dia Mundial da Alimentação (comemorado a 16 de outubro), com os colegas do 4.º ano. Cada turma preparou uma mensagem acerca da alimentação equilibrada e a Roda dos Alimentos, que depois partilharam com os mais novos. As regras já sabemos, resta pô-las em prática!
sexta-feira, 31 de julho de 2015
Vacina da malária tem luz verde da Agência Europeia do Medicamento
A Agência Europeia do Medicamento (EMA) acaba de dar um parecer científico positivo a uma vacina para a malária. Não será vendida na União Europeia, pelo que não se destina a viajantes, mas sim ao combate da malária principalmente nas crianças africanas. É atualmente a vacina experimental mais promissora contra a malária (ou paludismo), que mata, em média, 1200 crianças por dia na África subsariana (região localizada a sul do deserto do Sara).
A vacina destina-se a imunizar bebés contra a malária mais grave, causada pelo parasita Plasmodium falciparum, transportado pelo mosquito Anopheles (na foto), e oferece também proteção para a hepatite B. O estudo foi efetuado num grupo de crianças com idade inferior a um ano, com uma amostra total de perto de 15.500 crianças de sete países africanos (Burkina-Faso, Gabão, Gana, Malawi, Moçambique, Quénia e Tanzânia).
A eficácia da vacina baixa ao fim de um ano e, por esse motivo, a EMA sublinha a importância de se usarem outras medidas protetoras, como as redes mosquiteiras tratadas com inseticidas.
Antes da sua difusão, ainda será necessária a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que deverá decidir em outubro se a vacina deve ou não ser aplicada, dada a sua eficácia limitada. A isso há que juntar a decisão das autoridades de saúde dos países onde a vacina vier a ser utilizada. O papel da EMA foi o de avaliar a qualidade, segurança e eficácia da vacina, para ajudar a facilitar o acesso a novos medicamentos a pessoas que vivam fora do espaço da União Europeia.
A vacina destina-se a imunizar bebés contra a malária mais grave, causada pelo parasita Plasmodium falciparum, transportado pelo mosquito Anopheles (na foto), e oferece também proteção para a hepatite B. O estudo foi efetuado num grupo de crianças com idade inferior a um ano, com uma amostra total de perto de 15.500 crianças de sete países africanos (Burkina-Faso, Gabão, Gana, Malawi, Moçambique, Quénia e Tanzânia).
A eficácia da vacina baixa ao fim de um ano e, por esse motivo, a EMA sublinha a importância de se usarem outras medidas protetoras, como as redes mosquiteiras tratadas com inseticidas.
Antes da sua difusão, ainda será necessária a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que deverá decidir em outubro se a vacina deve ou não ser aplicada, dada a sua eficácia limitada. A isso há que juntar a decisão das autoridades de saúde dos países onde a vacina vier a ser utilizada. O papel da EMA foi o de avaliar a qualidade, segurança e eficácia da vacina, para ajudar a facilitar o acesso a novos medicamentos a pessoas que vivam fora do espaço da União Europeia.
Adaptado de:
Mariana Rocha (6.º B)
Ouriço-cacheiro
Apesar do seu aspeto, é um animal inofensivo e é um dos únicos mamíferos que apresenta o corpo revestido por espinhos. Tem como base na sua alimentação vários invertebrados (insetos, minhocas, larvas, caracóis), embora também se alimente de ovos, frutos, sementes e pequenos vertebrados (anfíbios).
O seu corpo maciço está coberto por cerca de 6000 espinhos longos e aguçados, que conferem diferentes tonalidades de cor ao ouriço. Apresenta patas curtas, focinho pontiagudo e orelhas pequenas. O ventre não possui espinhos e está coberto de pelos.
Quando se sente ameaçado por predadores, o ouriço enrola-se, parecendo uma “bola de espinhos”, de modo a esconder as suas pequenas patas e as áreas mais desprotegidas - áreas sem espinhos, como, por exemplo, o ventre. Os espinhos são usados apenas como proteção contra predadores.
Esta espécie de animais hiberna quando os recursos alimentares diminuem e a descida da temperatura torna incomportável a manutenção da temperatura do corpo. Antes de hibernar, os ouriços têm que engordar bastante para sobreviverem durante esse período, em que a sua temperatura desce, o ritmo cardíaco diminui bastante e o funcionamento dos órgãos internos é reduzido. Em Portugal, este comportamento verifica-se apenas nos indivíduos que vivem em zonas de maior altitude.
Por terem o corpo coberto de espinhos, é difícil pensar como os ouriços-cacheiros se reproduzem. Estes são manobráveis e, na época de reprodução, quando o macho faz uma “dança” à volta da fêmea, esta baixa-os de forma a ficarem deitados sobre o seu corpo, permitindo o acasalamento.
O seu corpo maciço está coberto por cerca de 6000 espinhos longos e aguçados, que conferem diferentes tonalidades de cor ao ouriço. Apresenta patas curtas, focinho pontiagudo e orelhas pequenas. O ventre não possui espinhos e está coberto de pelos.
Quando se sente ameaçado por predadores, o ouriço enrola-se, parecendo uma “bola de espinhos”, de modo a esconder as suas pequenas patas e as áreas mais desprotegidas - áreas sem espinhos, como, por exemplo, o ventre. Os espinhos são usados apenas como proteção contra predadores.
Esta espécie de animais hiberna quando os recursos alimentares diminuem e a descida da temperatura torna incomportável a manutenção da temperatura do corpo. Antes de hibernar, os ouriços têm que engordar bastante para sobreviverem durante esse período, em que a sua temperatura desce, o ritmo cardíaco diminui bastante e o funcionamento dos órgãos internos é reduzido. Em Portugal, este comportamento verifica-se apenas nos indivíduos que vivem em zonas de maior altitude.
Por terem o corpo coberto de espinhos, é difícil pensar como os ouriços-cacheiros se reproduzem. Estes são manobráveis e, na época de reprodução, quando o macho faz uma “dança” à volta da fêmea, esta baixa-os de forma a ficarem deitados sobre o seu corpo, permitindo o acasalamento.
Adaptado de:
Mariana Rocha (6.º B)
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Pandas
Devido às mudanças climáticas, à desflorestação e aos incêndios, que provocam a destruição do seu habitat, os pandas entraram num processo de extinção. Os pandas vivem nas florestas das regiões montanhosas do sudeste da China (esta região é o seu habitat natural).
São omnívoros, pois alimentam-se principalmente de rebentos de bambu, de folhas e de carne. O panda de Sichuan apresenta a conhecida pelagem preta e branca. As orelhas, o nariz, os pelos em torno dos olhos, os ombros e os membros são escuros. Os olhos são pequenos.
Além da destruição das florestas de bambu, a baixa taxa de natalidade e alta taxa de mortalidade infantil tem agravado o risco de extinção da espécie. A caça indiscriminada, que ocorria em grande escala no passado, também contribuiu para a dizimação da espécie. Hoje, a caça de pandas é combatida com rigor na China. A partir de 1997 passou-se a punir os infratores com uma pena de 20 anos de prisão.
São omnívoros, pois alimentam-se principalmente de rebentos de bambu, de folhas e de carne. O panda de Sichuan apresenta a conhecida pelagem preta e branca. As orelhas, o nariz, os pelos em torno dos olhos, os ombros e os membros são escuros. Os olhos são pequenos.
Além da destruição das florestas de bambu, a baixa taxa de natalidade e alta taxa de mortalidade infantil tem agravado o risco de extinção da espécie. A caça indiscriminada, que ocorria em grande escala no passado, também contribuiu para a dizimação da espécie. Hoje, a caça de pandas é combatida com rigor na China. A partir de 1997 passou-se a punir os infratores com uma pena de 20 anos de prisão.
Adaptado de :
Mariana Rocha (6.º B)
terça-feira, 28 de abril de 2015
sexta-feira, 24 de abril de 2015
A intolerância ao glúten
O que é o glúten?
O glúten é uma proteína presente no trigo, na aveia, na cevada e no centeio.O que é a intolerância ao glúten?
A intolerância ao glúten é uma má reação do organismo perante a presença de alimentos com este tipo de proteína.Quais as alterações ocorridas no organismo perante a intolerância ao glúten?
Havendo uma predisposição genética, a ingestão de pequenas quantidades de alimentos que contenham glúten desencadeiam, no intestino delgado, uma inflamação crónica que pode ocorrer em qualquer idade, sendo mais comum no primeiro ano de vida.Num indivíduo saudável, a parede do intestino é coberta por vilosidades e microvilosidades, cuja função é aumentar a área de absorção de nutrientes. No entanto, no celíaco, devido ao glúten, o revestimento mucoso do intestino é danificado e estas vilosidades ficam muito reduzidas. Devido a essa redução da área intestinal, a absorção de nutrientes como proteínas, gorduras, hidratos de carbono, vitaminas e minerais, é limitada, originando má nutrição.
Quais são os sintomas?
Este processo é acompanhado por uma série de sintomas que varia de pessoa para pessoa.Os sintomas mais comuns são:• Diarreia frequente, de 3 a 4 vezes ao dia, com grande volume de fezes;
• Vómito persistente;
• Irritabilidade;
• Perda de apetite;
• Emagrecimento sem causa aparente;
• Dor abdominal;
• Abdómen inchado;
• Palidez;
• Anemia;
• Diminuição da massa muscular.
Adaptado de www.tuasaude.com
Mariana Rocha (6.º B)
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Chapim-azul
É uma ave muito difundida e comum, desde áreas temperadas a subárticas da Europa e Ásia Ocidental, em florestas decíduas e mistas. A sua especialidade é procurar os insetos nas fendas e na casca dos ramos das árvores. Por isso há quem pense (erradamente) que eles comem os frutos das árvores.
Na Córsega, os chapins que ocupam as áreas de carvalhos perenes iniciam a nidificação quando nascem as folhas que lhes proporcionam os insetos de que se alimentam, enquanto que no continente europeu os que ocupam os carvalhos caducifólios nidificam três a quatro semanas antes, porque as folhas neste tipo de carvalhos nascem mais cedo. As duas populações referidas, separadas pelo mar, podem ser consideradas como populações adaptadas aos seus habitats, uma vez que as suas épocas de nidificação estão sincronizadas com a disponibilidade de alimento.
Esta espécie de pássaros trata-se de uma das mais coloridas da nossa avifauna florestal. Geralmente, possuem um barrete azul, lista ocular preta e a face branca, enquadradas por um colar preto conferindo-lhe uma máscara facial. É uma ave residente, isto é, a maioria destas aves não migra. Apresenta pequena dimensão, sendo mais curto do que o Chapim-real.
Adaptado de :
Mariana Rocha (6.º B)
quinta-feira, 26 de março de 2015
Os benefícios do chá
Todos os chás (branco, preto, verde, etc) derivam da mesma planta: a Camellia sinensis, mas diferem consoante o processo de oxidação a que são sujeitos, modificando a cor das suas folhas, o seu aroma, sabor, entre outros fatores. Cada chá é benéfico para uma certa área da saúde.
Existem outras bebidas, designadas de infusões, feitas a partir de raízes, folhas, flores ou casca de diversas plantas, como por exemplo:
- Camomila: os seus efeitos tranquilizantes são muito conhecidos, bem como o poder calmante que tem sobre problemas de estômago;
- Cidreira: indicado para combater cólicas e gases. É ainda um calmante natural para estados de nervosismo e de insónia;
- Dente-de-leão: desintoxica o fígado, estimulando o seu funcionamento saudável;
- Gengibre: para além de acalmar o sistema digestivo, tem um efeito natural que fornece energia;
- Hortelã/Menta: relaxa os intestinos, incentivando o seu funcionamento pleno e regular, sendo ainda aconselhado para perturbações de estômago;
- Maçã: é antidiarreico e é o auxiliar perfeito para uma boa digestão. Tem ainda propriedades sedativas;
- Valeriana: auxilia nas perturbações do sono, sendo um substituto natural dos vulgares comprimidos para dormir;
- Equinácea: ajuda no tratamento de gripes, infeções respiratórias, infeções urinárias, candidíases, dores de dentes, inflamações nas gengivas, artrite reumatoide e doenças virais ou bacterianas, pois fortalece o sistema imunológico.
Como qualquer outro alimento ou bebida, o chá pode ter efeitos secundários se for ingerido em excesso, ou em caso de alergias.
Mariana Rocha (6.º B)
quarta-feira, 25 de março de 2015
Procurando o par
Existem cerca de 6547 espécies de répteis e na maioria, os dois sexos apresentam muitas diferenças: tamanho, forma ou cor, enquanto adultos. Por exemplo, os machos de todos os crocodilos e de muitos lagartos são maiores do que as fêmeas; todavia, na maior parte das serpentes e em algumas tartarugas aquáticas acontece o contrário e a fêmea é a maior.
Estes animais têm uma cabeça grande, crista e papada de cores muito vivas; quando querem atrair uma fêmea ou intimidar um adversário, assumem posições apelativas e executam movimentos de ostentação que fazem sobressair as suas cores.
Dos desertos americanos, estes animais, não se conformam com um só parceiro e cada indivíduo de um e outro sexo copulam (acasalam) com vários indivíduos do sexo oposto, garantindo, assim a fertilização dos ovos.
Os répteis reproduzem-se só em determinadas épocas do ano, tal como muitos animais, e, entre os répteis, existem diferentes sistemas para encontrar o par. Por exemplo, as serpentes macho podem descobrir as fêmeas através do olfato; os crocodilos, sobretudo durante a noite, emitem uns ruídos que são «chamamentos» para atrair as fêmeas e afugentar os rivais.
Exemplos de alguns comportamentos noutros animais:
- A família Agamidae
Exemplos de alguns comportamentos noutros animais:
- Os lagartos Sauromalus
Dos desertos americanos, estes animais, não se conformam com um só parceiro e cada indivíduo de um e outro sexo copulam (acasalam) com vários indivíduos do sexo oposto, garantindo, assim a fertilização dos ovos.
Adaptado do livro "Os Répteis" da Editorial Notícias.
Matilde Serra (6.º B)
terça-feira, 24 de março de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
Importância das plantas para o ambiente
Matilde Serra (6.ºB)
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Aveia (uso medicinal)
As plantas medicinais foram através dos tempos, desde a origem do Homem até aos nossos dias, a base de tratamentos para os problemas de saúde que começaram a afligir a Humanidade. Aconselho o livro “ Tratamento pelas Plantas medicinais”, de João Ribeiro Nunes a pessoas que apreciam utilizar receitas medicinais com várias plantas e também o recomendo a quem gosta de saber mais sobre plantas ligadas à medicina.
Vou deixar algumas informações acerca da aveia:
- Família: Gramineas
- Descrição/Habitat: É uma gramínea anual, com cerca de uma metro de altura, com colmos eretos e nodosos. Os seus frutos vulgarmente chamados sementes ou grãos, têm um sabor adocicado. Pouco exigente quanto ao tipo de solo, a aveia é cultivada em climas amenos, alternando frequentemente com outros cereais.
- História: O grão de aveia possui incontestáveis propriedades energéticas e nutritivas. Em farinha, há muito tempo utilizado como alimento para idosos e dispépticos (pessoas com dificuldade de digestão). Já Plínio, na sua “História Natural”, afirmava que os povos da Europa central apenas se alimentavam de pães feitos de farinha de aveia.
- Propriedades terapêuticas: Segundo alguns autores contemporâneos, a aveia revela uma ação diurética, emoliente, refrescante e antivaricosica. Os grãos – ricos em vitamina B, proteínas, ferro e cálcio – atuam sobre a formação dos ossos e do sangue, estimulam a capacidade de concentração. As fibras facilitam a digestão e regulam o trânsito intestinal.
- Fitoterapia/medicina popular: O grão fervido em leite ou cozido em água, é indicado para crianças, pessoas com idade avançada e convalescentes (quem se está a recuperar de uma doença). Pode ser usada como cozimento (20 a 25g de aveia para meio litro de água: ferver meia hora). A infusão de aveia torrada, tomada em jejum (3 chávenas) é um laxante (medicação que se administra pela boca, para fazer evacuar o intestino). A cataplasma de aveia cozida em vinagre, aplicada quente, é analgésica.
Adaptado do livro “ Tratamento pelas Plantas medicinais”, de João Ribeiro Nunes
Matilde Serra (6.º B)
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Anemia
A anemia é uma doença que consiste na capacidade reduzida do transporte de oxigénio do sangue para os tecidos. Pode ser causada pela redução de hemácias (as células do sangue responsáveis pelo transporte de oxigénio, também conhecidas como glóbulos vermelhos) ou de hemoglobina (uma proteína essencial à produção de hemácias). A falta de oxigénio nos órgãos é conhecida como hipoxia. O hemograma é o principal exame a ser realizado quando há suspeita de anemia.
Os sintomas mais comuns em casos mais leves são:
O consumo de alimentos ricos em ferro é essencial para a prevenção da anemia por deficiência de ferro. É importante diferenciar os alimentos que contêm ferro de origem animal (como carne, peixe e vísceras), dos que contêm ferro de origem vegetal, sendo que os de origem animal têm maior aproveitamento (cerca de 30%) que os de origem vegetal (nomeadamente leguminosas, como soja, feijão e grão-de-bico e vegetais como brócolos, couve-galega e alface), com um aproveitamento de cerca de 10%.
Os sintomas mais comuns em casos mais leves são:
- Cansaço, fraqueza e indisposição;
- Dificuldades de concentração e falta de memória;
- Problemas respiratórios;
- Batimentos cardíacos acelerados;
- Pele pálida;
- Problemas menstruais;
- Distúrbios de apetite;
- Mal estar, tonturas e náuseas.
O consumo de alimentos ricos em ferro é essencial para a prevenção da anemia por deficiência de ferro. É importante diferenciar os alimentos que contêm ferro de origem animal (como carne, peixe e vísceras), dos que contêm ferro de origem vegetal, sendo que os de origem animal têm maior aproveitamento (cerca de 30%) que os de origem vegetal (nomeadamente leguminosas, como soja, feijão e grão-de-bico e vegetais como brócolos, couve-galega e alface), com um aproveitamento de cerca de 10%.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anemia (adaptado)
Mariana Rocha (6.º B)
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
O pavão
Este animal tem origem na Ásia (Paquistão, Sri Lanka e Índia), sendo que na Índia já foi considerado um animal sagrado.
Pode chegar a ter mais de 2 metros de comprimento (incluindo a cauda) e 80 cm de altura e pesa aproximadamente 4 kg. Prefere alimentar-se de insetos e outros pequenos invertebrados, mas também ingere sementes, frutas, folhas, pétalas e mamíferos de pequena dimensão. Costuma-se alimentar duas vezes por dia: pela manhã e pela noite.
Para voar, o pavão precisa de correr uma determinada distância, sendo que o seu voo é muito desajeitado e ruidoso.
A cauda colorida, com cores exuberantes e cujas penas podem ser abertas como um leque, não tem qualquer utilidade quotidiana para o animal, mas, como a espécie exibe um complicado ritual de acasalamento, esta desempenha um papel principal. Quando o processo é bem sucedido, a pavoa põe entre 4 a 7 ovos, que são incubados durante 28 dias.
A cauda dos pavões gerou o interesse de várias culturas, o que justificou a sua criação em cativeiro. Já foram criadas diversas variedades por seleção artificial, que apresentam plumagem branca, negra, púrpura, entre outras cores. Os pavões passam a noite no topo das árvores, e quando ameaçados, é nas árvores que se refugiam. Ao cair da noite, costumam gritar, sendo que, na época do acasalamento, os seus gritos noturnos se tornam extremamente desagradáveis.
Pode chegar a ter mais de 2 metros de comprimento (incluindo a cauda) e 80 cm de altura e pesa aproximadamente 4 kg. Prefere alimentar-se de insetos e outros pequenos invertebrados, mas também ingere sementes, frutas, folhas, pétalas e mamíferos de pequena dimensão. Costuma-se alimentar duas vezes por dia: pela manhã e pela noite.
Para voar, o pavão precisa de correr uma determinada distância, sendo que o seu voo é muito desajeitado e ruidoso.
A cauda colorida, com cores exuberantes e cujas penas podem ser abertas como um leque, não tem qualquer utilidade quotidiana para o animal, mas, como a espécie exibe um complicado ritual de acasalamento, esta desempenha um papel principal. Quando o processo é bem sucedido, a pavoa põe entre 4 a 7 ovos, que são incubados durante 28 dias.
A cauda dos pavões gerou o interesse de várias culturas, o que justificou a sua criação em cativeiro. Já foram criadas diversas variedades por seleção artificial, que apresentam plumagem branca, negra, púrpura, entre outras cores. Os pavões passam a noite no topo das árvores, e quando ameaçados, é nas árvores que se refugiam. Ao cair da noite, costumam gritar, sendo que, na época do acasalamento, os seus gritos noturnos se tornam extremamente desagradáveis.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pav%C3%A3o (adaptado)
http://www.infoescola.com/aves/pavao/ (adaptado)
Mariana Rocha (6.º B)
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Como distinguir as rochas umas das outras?
Matilde Serra (6.º B)
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Alergias e Febre dos Fenos
O que é uma alergia?
As alergias são a consequência do sistema imunitário a trabalhar exageradamente, prejudicando o organismo em consequência disso. São criadas então substâncias denominadas por alergénios que afetam as pessoas de diversas maneiras. A maioria das reações produzem uma substância denominada por histamina, que provoca inflamação e dificulta a ventilação pulmonar. A alergia mais vulgar é a febre dos fenos, que a maioritariamente é controlada por medicamentos conhecidos como anti-histamínicos, que contrariam os efeitos da histamina. As reações alérgicas vão desde uma suave inflamação até um estado denominado por choque anafilático que pode trazer a insuficiência cardíaca, levando assim à morte.Quantas pessoas em média são afetadas por alergias?
Anualmente são afetadas cerca de 60 milhões, sabendo que o planeta Terra tem cerca de 7 mil milhões de habitantes.Quais são as piores alturas para sermos afetados?
Na primavera - pólen da relva e gramíneas;De fevereiro a junho - pólen de árvores;
De setembro e outubro - pólen das ervas daninhas.
O que é a febre dos fenos?
Durante o ano normalmente, costumamos pisar, cortar os relvados. Ao fazê-lo, soltam-se grãos de pólen de gramíneas, pequenas ervas que nos prejudicam, causando assim a febre dos fenos ou rinite alérgica sazonal.Por serem muito pequenas, estes grãos são transportados pelo vento, e, ao respirarmos, alojam-se nos revestimentos nasal e da garganta.
Qual a quantidade de grãos de pólen que existe no ar?
Existem cerca de 50 grãos por metro cúbico, mas de manhã apresenta-se um cenário pior, pois é nesta altura que as plantas libertam maior quantidade de pólen. Nos dias de sol existe mais pólen que nos de chuva, pois esta limpa o ar.De onde vem a expressão "febre dos fenos"?
Esta expressão prende-se com o surgimento dos sintomas durante a época da ceifa do feno, pois são os seus pólens que causam a alergia (mas na verdade não provocam febre).Por que é que a febre do feno é uma alergia?
É uma alergia, pois o corpo desencadeia uma reação alérgica, pensando que foi invadido por algo prejudicial à saúde. O corpo produz uma substância de defesa conhecida por IgE, um tipo de anticorpos que provocam inflamação nos canais nasais e a secreção de bastante muco.Para além de inflamar os canais nasais esta alergia pode ter outros sintomas?
Sim. Devido à atuação dos anticorpos, pode originar dores de cabeça e tosse aguda, devido à produção de muco.Como reagem os anticorpos IgE à febre dos fenos?
Reagem da mesma forma como se o organismo estivesse a ser invadido por um vírus. Os grãos de pólen contêm vários antigénios, que assinalam a sua presença. Logo que os anticorpos avistam os antigénios, tentam neutralizá-los. Quando isto acontece, o problema deixa de existir.Depois de terem sido neutralizados, como se eliminam os grãos que provocaram a febre do feno?
O nosso corpo apresenta uma grande equipa de macrófagos, um tipo de glóbulos brancos que, para além de destruírem inimigos, limpam o nosso sistema.
Diogo Sousa (6.º B)
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