terça-feira, 29 de setembro de 2015

Golfinhos cor-de-rosa

Boto cor-de-rosa do rio Amazonas


Adaptado de http://wwf.panda.org/what_we_do/endangered_species/cetaceans/about/river_dolphins/pink_river_dolphin/

Sobre um golfinho cor-de-rosa de outra espécie (golfinho nariz-de-garrafa), uma notícia recentemente publicada:

Golfinho cor-de-rosa avistado nos EUA

Um raro exemplar de golfinho albino cor-de-rosa foi avistado no lago Calcasieu, no estado do Louisiana, EUA, e tornou-se a estrela das redes sociais.

"Pinky", como foi batizada pela população, foi avistada pela primeira vez em 2007 e é um dos ex-líbris entre a comunidade de pescadores daquela região. Vista várias vezes ao longo dos verões, conseguir cruzar-se com ela tornou-se numa pequena recompensa para quem passa horas a fio na água. Este verão, multiplicaram-se os encontros.
Erick Rue, do Calcasieu Charter Service, contou à revista "Newsweek" que o primeiro avistamento, ainda "Pinky" era bebé, aconteceu em 2007. "Vinha em direção à costa e a água estava mesmo muito calma. Vi um grupo de golfinhos e algo me pareceu diferente num deles. Esperei. Quando voltaram à superfície, um era cor-de-rosa! Era maravilhoso", lembrou Rue, que ao longo dos anos conseguiu tirar centenas de imagens.
Apesar de não ser caso único entre os golfinhos, existem muito poucos exemplares de golfinhos rosas no mundo. "Pinky" será albina, segundo a teoria que prevalece na região, já que os golfinhos albinos não são brancos, mas ganham uma pigmentação cor-de-rosa.
"Cem por cento rosa", exclama Rue, que recusa a teoria de que"Pinky" seja um exemplar do golfinho do Amazonas, que é naturalmente cor-de-rosa. "Sei que existem golfinhos no Amazonas, mas são um pouco feios e manchados. Este é mesmo de um rosa suave de uma ponta à outra".
A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOOA) dos EUA têm registo de apenas mais dois casos semelhantes no Golfo do México, um avistado pela primeira vez em 1994 e outro em 2003.

Rita São Bento (6.º ano)

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Vacina da malária tem luz verde da Agência Europeia do Medicamento

     A Agência Europeia do Medicamento (EMA) acaba de dar um parecer científico positivo a uma vacina para a malária. Não será vendida na União Europeia, pelo que não se destina a viajantes, mas sim ao combate da malária principalmente nas crianças africanas. É atualmente a vacina experimental mais promissora contra a malária (ou paludismo), que mata, em média, 1200 crianças por dia na África subsariana (região localizada a sul do deserto do Sara).

     A vacina destina-se a imunizar bebés contra a malária mais grave, causada pelo parasita Plasmodium falciparum, transportado pelo  mosquito Anopheles (na foto), e oferece também proteção para a hepatite B. O estudo foi efetuado num grupo de crianças com idade inferior a um ano, com uma amostra total de perto de 15.500 crianças de sete países africanos (Burkina-Faso, Gabão, Gana, Malawi, Moçambique, Quénia e Tanzânia).
     A eficácia da vacina baixa ao fim de um ano e, por esse motivo, a EMA sublinha a importância de se usarem outras medidas protetoras, como as redes mosquiteiras tratadas com inseticidas.
     Antes da sua difusão, ainda será necessária a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que deverá decidir em outubro se a vacina deve ou não ser aplicada, dada a sua eficácia limitada. A isso há que juntar a decisão das autoridades de saúde dos países onde a vacina vier a ser utilizada. O papel da EMA foi o de avaliar a qualidade, segurança e eficácia da vacina, para ajudar a facilitar o acesso a novos medicamentos a pessoas que vivam fora do espaço da União Europeia.

Adaptado de:

Mariana Rocha (6.º B)

Ouriço-cacheiro

     Apesar do seu aspeto, é um animal inofensivo e é um dos únicos mamíferos que apresenta o corpo revestido por espinhos. Tem como base na sua alimentação vários invertebrados (insetos, minhocas, larvas, caracóis), embora também se alimente de ovos, frutos, sementes e pequenos vertebrados (anfíbios).
     O seu corpo maciço está coberto por cerca de 6000 espinhos longos e aguçados, que conferem diferentes tonalidades de cor ao ouriço. Apresenta patas curtas, focinho pontiagudo e orelhas pequenas. O ventre não possui espinhos e está coberto de pelos.
     Quando se sente ameaçado por predadores, o ouriço enrola-se, parecendo uma “bola de espinhos”, de modo a esconder as suas pequenas patas e as áreas mais desprotegidas - áreas sem espinhos, como, por exemplo, o ventre. Os espinhos são usados apenas como proteção contra predadores.
     Esta espécie de animais hiberna quando os recursos alimentares diminuem e a descida da temperatura torna incomportável a manutenção da temperatura do corpo. Antes de hibernar, os ouriços têm que engordar bastante para sobreviverem durante esse período, em que a sua temperatura desce, o ritmo cardíaco diminui bastante e o funcionamento dos órgãos internos é reduzido. Em Portugal, este comportamento verifica-se apenas nos indivíduos que vivem em zonas de maior altitude.
     Por terem o corpo coberto de espinhos, é difícil pensar como os ouriços-cacheiros se reproduzem. Estes são manobráveis e, na época de reprodução, quando o macho faz uma “dança” à volta da fêmea, esta baixa-os de forma a ficarem deitados sobre o seu corpo, permitindo o acasalamento.



Adaptado de: 

Mariana Rocha (6.º B)

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Buldogue francês

     O Buldogue francês é uma raça que encanta todos, principalmente os fãs dos "cães de cara amassada".

País de origem:  França
Ano:  por volta de 1800
Função original:  cão de colo
Função atual:  cão de companhia
Pelagem:  lisa, curta, macia e brilhante
Peso médio:  8kg a 14kg
Tamanho:  aproximadamente 35cm
Expectativa de vida:  12 a 14 anos

História e Origem

   
     O Buldogue francês é uma raça que deve a sua existência a pelo menos três países: Inglaterra, França e EUA. A Inglaterra ajudou com a base da raça, que foi o antigo buldogue. Criadores franceses transformaram estes pequenos buldogues num tipo francês distinto, e criadores americanos foram os primeiros a exigir as tão conhecidas orelhas de morcego.
     Hoje, os buldogues franceses são cães muito especiais, excelentes como cães de companhia. O seu focinho engraçado e o seu temperamento divertem muito as pessoas, sendo difícil passear com um bulldog francês sem chamar a atenção.
Ana Rita Queijo (5.º A)

quinta-feira, 11 de junho de 2015

O corpo humano

Duarte Duarte (5.º A)

Fototropismo

     Fototropismo é a designação dada ao movimento dos seres vivos em reação a estimulos luminosos, especialmente das plantas. Este movimento pode ser em direção à fonte de luz (fototropismo positivo), em sentido oposto a esta (fototropismo negativo) ou perpendicular à direção desta (fototropismo transversal).
     O fototropismo nas plantas é tal que o caule apresenta reação positiva, isto é alonga-se em direção à luz, e a raiz reação negativa, conduzindo a um crescimento desta afastando-se da fonte luminosa.
     Quando se ilumina um caule de maneira unilateral, na face iluminada ocorre destruição pela luz de um tipo de hormonas vegetais - auxinas -, o que inibe o crescimento naquela região. Com isso, o lado que permanece no escuro cresce mais, determinando a curvatura do caule em direção à fonte luminosa.  
     Nas raízes, ao contrário, a inativação das auxinas presentes na face iluminada favorece o seu crescimento: daí a curvatura desses órgãos em direção oposta à fonte de luz.

             
Ana Rita Queijo (5.º A)

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Células e seus constituintes


Fernando Jorge (5.º A)

Pandas

     Devido às mudanças climáticas, à desflorestação e aos incêndios, que provocam a destruição do seu habitat, os pandas entraram num processo de extinção. Os pandas vivem nas florestas das regiões montanhosas do sudeste da China (esta região é o seu habitat natural).
     São omnívoros, pois alimentam-se principalmente de rebentos de bambu, de folhas e de carne. O panda de Sichuan apresenta a conhecida pelagem preta e branca. As orelhas, o nariz, os pelos em torno dos olhos, os ombros e os membros são escuros. Os olhos são pequenos.
     Além da destruição das florestas de bambu, a baixa taxa de natalidade e alta taxa de mortalidade infantil tem agravado o risco de extinção da espécie. A caça indiscriminada, que ocorria em grande escala no passado, também contribuiu para a dizimação da espécie. Hoje, a caça de pandas é combatida com rigor na China. A partir de 1997 passou-se a punir os infratores com uma pena de 20 anos de prisão.

Adaptado de :

Mariana Rocha (6.º B)

terça-feira, 26 de maio de 2015

Grandes carnívoros em extinção

     Leões, focas, ursos e outras espécies de grandes predadores estão a desaparecer dos seus habitats. Em consequência, é cada vez mais frágil o equilíbrio em diversos ecossistemas por todo o mundo, sobretudo no Sudeste da Ásia, o Sul e o Leste de África e a Amazónia, na América. Em 31 espécies dos maiores carnívoros da Terra, resta apenas um quarto da sua população. Outras 17 espécies, só dispõem de metade da sua área original.



Duarte Duarte (5.º A)

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Um peixe com sangue quente?

     O peixe-cravo (Lampris guttatus), habitante das profundezas dos oceanos, é o primeiro peixe conhecido a ter sangue quente, revelaram cientistas norte-americanos na edição da revista Science.

     Este peixe comestível é redondo, prateado e com barbatanas vermelhas, vive em águas oceânicas e pode atingir até dois metros de comprimento.

     Quando os cientistas colocaram sensores de temperatura em peixes-cravos, descobriram que a temperatura média dos seus músculos era superior à das águas onde o peixe passa a maior parte do seu tempo.

     O peixe-cravo gera calor através de um bater constante das suas barbatanas peitorais e possui camadas de gordura em torno das brânquias, do coração e dos tecidos musculares que ajudam a conservar esse calor. Também consegue impedir perdas de calor graças a pequenos vasos sanguíneos que transportam o sangue quente vindo do interior do corpo e que, ao envolverem as veias situadas junto das brânquias, aquecem essas veias.

     Este autêntico sistema de aquecimento interno permite ao peixe-cravo manter o seu cérebro aquecido, o que melhora o desempenho cerebral, e os seus músculos mais ativos, o que o faz nadar e apanhar as suas presas mais depressa, sendo um predador muito ativo, que consegue caçar presas ágeis tais como lulas e percorrer grandes distâncias.

     “Nunca tínhamos visto nada deste tipo nas brânquias de outros peixes até aqui”, diz Nicholas Wegner. “Trata-se de uma inovação interessante destes animais, que lhes confere uma vantagem competitiva.”


Adaptado de http://www.publico.pt/ciencia/noticia/peixe-de-aguas-profundas-e-frias-tem-sangue-quente-1695781


terça-feira, 5 de maio de 2015

Artigos de opinião - Proteção da Natureza

     Apresentam-se de seguida algumas das reflexões apresentadas pelos alunos do 8.º ano, no âmbito da disciplina de Ciências Naturais.

 Maria Vales Ana Beatriz e Inês ReisCatarina Silva e Renata Reis  Inês Castro Ana Pinho e Eduarda Moutinho  Frederico Costa e João Bernardo  Rodrigo Dias Rui Nunes Filipe Barros Rita Moreira e Raquel Cardoso   Ruben Ramos

  Nota: Dado que são elementos de avaliação, não se apresentam quaisquer correções nos trabalhos aqui publicados, pelo que poderão conter imprecisões.

(8.º ano)