sexta-feira, 17 de junho de 2016

terça-feira, 14 de junho de 2016

A microbiologia

     A microbiologia é a área a científica que estuda os microrganismos (micróbios). Com ela podemos descobrir vários tipos de seres microscópicos (invisíveis a olho nu).
     Sabe-se que existem microrganismos patogénicos (microrganismos causadores de doenças) e microrganismos não patogénicos (não causam doenças). Para além disso conhecem-se alguns tipos de micróbios como vírus, bactérias, protozoários e fungos.


Os Vírus


     São visíveis apenas ao microscópio eletrónico porque são os micróbios mais pequenos que existem. Não são considerados seres vivos porque necessitam de invadir um outro organismo para sobreviverem e se multiplicarem (reproduzirem).

As bactérias 


     Microrganismos unicelulares pertencentes ao reino Monera. As suas células são estruturas mais simplificadas do que as dos restantes seres vivos.

Os protozoários 


     Seres microscópicos que pertencem ao reino Protista e que habitam principalmente em ambientes aquáticos ou podem ser parasitas num outro organismo.

Os Fungos


     Organismos que pertencem ao reino Fungi e que podem ser vistos a olho nu. Estes podem ser uni ou pluricelulares e pertencem a ele, entre outros, os bolores e as leveduras.


     Só foi possível descobrir todos estes tipos de micróbios com a descoberta do microscópio. Assim concluímos que o microscópio foi um equipamento muito útil à microbiologia.

Os microrganismos patogénicos

    

     Nos seres humanos estes microrganismos podem causar doenças como por exemplo o sarampo, a pneumonia, o pé de atleta, o paludismo…
Exemplos de doenças:

Microrganismos benéficos 


     Há microrganismos que nos ajudam, trazendo alguma vantagem para o funcionamento do nosso organismo ou permitindo-nos obter alguns produtos úteis. Exemplos:
• As leveduras ajudam no fabrico do pão, do vinho, da cerveja e do vinagre .
• Existem bactérias que coagulam o leite criando os seus derivados.
• Há micróbios que ajudam à digestão.
• Com certos microrganismos é possível criar medicamentos.
• A decomposição do plâncton origina o petróleo útil para a produção de energia.
• A decomposição de microrganismos sobre a matéria orgânica transforma esta em matéria mineral.
• Etc.

Bárbara Borges (6.º A)

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Passadiços do Paiva


Duarte Duarte (6.º A)

Ampulex compressa

     A Ampulex compressa (também conhecida como vespa-jóia e vespa-esmeralda) é uma espécie de vespa de coloração verde-esmeralda. Estas vespas são conhecidas por serem parasitoides de hábitos solitários (isto é, que, ao contrário de alguns outros animais, não formam grupos entre si) que injetam diretamente no sistema nervoso central das suas presas um veneno capaz de paralisar temporariamente as suas patas dianteiras.
     Algumas vespas utilizam outros animais como depósito dos ovos que contêm as suas larvas. Cada espécie de vespa parasita uma espécie animal diferente e, frequentemente, usam aranhas. No caso da vespa-jóia, escolheu a barata comum  (Periplaneta americana) como sua hospedeira preferida, ou seja, estas vespas são exterminadoras, sobretudo de baratas, que transformam em “zombies” antes de as utilizar como alimento para as suas larvas.
     Primeiro, a vespa-jóia escolhe um alvo. Depois, dá-lhe uma ferroada no tórax para a paralisar. Quando a barata para de se debater, a vespa morde-a numa região próxima da cabeça, atingindo o cérebro da futura hospedeira dos seus ovos.  O veneno causa um bloqueio parcial das funções da dopamina. Sem conseguir reagir, a barata permanece no mesmo lugar, enquanto a vespa vai à procura de um buraco. De seguida, corta as antenas do outro inseto para beber um pouco de hemolinfa - substância vulgarmente chamada de sangue dos insetos - e renovar as energias.
     Conduz, ainda, a sua presa para a toca. Lá, coloca um ovo, fecha a entrada e vai-se embora, para nunca mais voltar. Quando a larva nasce, começa a consumir a sua hospedeira viva, deixando os órgãos vitais para último, a fim de garantir refeições mais duradouras. Quando a vespa-jóia está formada, sai diretamente pelo abdómen do inseto.


Adaptado de:    

Mariana Rocha (7.º A)


quinta-feira, 9 de junho de 2016

Restam três rinocerontes brancos

     Mais uma espécie em vias de extinção. Restam três exemplares de rinocerontes-brancos, duas fêmeas e um macho, todos de idade avançada. Vivem vigiados numa reserva ambiental em Ol Pejeta, no Quénia.
     Subsistiam quatro exemplares, mas um morreu em novembro de 2015. Era uma fêmea, chamada Nola. Tinha 41 anos. Estava num jardim zoológico em San Diego, nos Estados Unidos.
No seu habitat em África, os rinocerontes-brancos foram caçados até 2008, por causa do alto valor do seu chifre nos mercados da península arábica e do Leste Asiático.



Duarte Duarte (6.º A)


terça-feira, 17 de maio de 2016

O misterioso caso dos “meninos solares”

     Shoaib Ahmed e Abdul Rasheed, dois irmãos paquistaneses de nove e treze anos, fazem uma vida normal durante o dia, mas sofrem desde o nascimento de uma estranha doença que os paralisa quando o Sol se põe, que os impede de comer, beber e tomar banho. "É de nascença. Quando o Sol desaparece, ficam paralisados. Espero que os meus filhos possam vir a andar à noite", disse o pai das crianças.
Os dois irmãos e o seu pai
     Na povoação onde vivem, perto da cidade paquistanesa de Quetta, os vizinhos começaram a chamá-los de "meninos solares", daí a serem assim conhecidos mundialmente.
     No início do mês, as crianças foram internadas no instituto governamental e atualmente desconhece-se quando vão ter alta.
     "É um grande desafio. Não entendemos bem a doença. Depois de realizados 300 testes, descobrimos que, se os submetermos a neurotransmissores (substâncias químicas produzidas pelas células do sistema nervoso), o seu estado melhora à noite", disse o professor de medicina Javed Akram.
     De acordo com os médicos, todos os indícios apontam para uma doença genética, que afeta os filhos varões e pode dever-se ao facto de o pai e a mãe de Shoaib e Abdul serem primos em primeiro grau. Tiveram seis filhos. Dois deles são “meninos solares”, dois morreram ainda em bebés e os restantes não mostram qualquer sintoma.
     "Estamos a explorar a genética da família, do pai, da mãe, do filho de um ano também afetado, das irmãs que não têm sintomas e de familiares próximos, bem como as circunstâncias ambientais, como a água e a terra da povoação onde vivem", afirmou o médico.
     O médico considerou tratar-se de uma nova doença, desconhecida até agora, salientando que em breve se poderá descobrir as suas causas e um possível tratamento.


Mariana Rocha (7.ºA)



segunda-feira, 16 de maio de 2016

terça-feira, 10 de maio de 2016

Minhocas que parecem cobras

     Umas minhocas gigantes – as maiores alguma vez vistas no Reino Unido – foram descobertas na ilha de Rum, ao largo da Escócia. As maiores medem cerca de 40 centímetros e pesam 12 gramas. Os cientistas chamaram-lhes Lumbricus terrestris (minhocas da terra) e dizem que o facto de viverem sem predadores naquela ilha poderá ter contribuído para o seu tamanho. Há no mundo oito mil espécies de minhocas. A Megascolides australis, da Austrália, é a maior, chegando a medir três metros. A mais pequena é a Marionina eleonorae, de Itália, e mede poucos milímetros.


Duarte Duarte (6.ºA)

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Dez curiosidades sobre o vulcanismo

1-As lavas podem atingir temperaturas extremamente elevadas. Vinte anos após a erupção do vulcão Jorullo (no México) as suas lavas mantinham uma temperatura muito elevada;

2-Os blocos vulcânicos lançados durante uma erupção vulcânica podem atingir dimensões superiores a um carro;

3-Existem vulcões que estão em permanente atividade, como o vulcão Stromboli, na Sicília;

3-Os rios de lava mais rápidos são os do vulcão Mauna Loa, no Havai. Podem atingir a velocidade de oito metros por segundo;

4-Em Java, 1815, o vulcão Tambora lançou para a atmosfera uma quantidade tão grande de cinzas e pó, que, durante vários meses, o Sol ficou parcialmente obscurecido;

5-Um vulcão que esteja sem atividade há mais de 100 anos não se considera extinto, está apenas adormecido, podendo em qualquer altura entrar em erupção;

6-A explosão do vulcão Krakratoa, em 1883, libertou uma energia cinco vezes superior à de uma bomba atómica;

7-As erupções submarinas, de uma maneira geral, são muito mais explosivas do que as continentais. Isto deve-se ao facto de a água entrar pela abertura e se misturar com magma quente. A explosão lança uma densa massa de fragmentos através da abertura. Os primeiros arrastam outros mais pequenos, parecendo foguetes à distância;

8-Os terrenos vulcânicos são terrenos muito férteis. Neles, mesmo à superfície, qualquer semente ou planta (algumas até trazidas pelo vento) nasce com muita facilidade. Daí serem procurados pelas populações que obtêm uma maior produtividade, embora possam correr riscos;

9-Todos os anos, 60 vulcões entram em erupção;

10-A superfície da Terra tem entre 500 e 600 vulcões. A maioria dos ativos está debaixo do mar.

Informações retiradas de: 

Joana Torrão (7.ºA)