Os Cefalópodes (como por exemplo: lulas, polvos, chocos, potas, entre outros) são moluscos marinhos muito antigos, bastante evoluídos, com modos de vida diversos e um vasto leque de preferências ambientais. Têm uma vida curta (morrem após um único período de desova ao fim de 1 a 2 anos) e possuem características que lhes valem um lugar de destaque na estrutura trófica (ou seja, nas relações alimentares) dos ecossistemas marinhos. São também um recurso valioso da pesca em vários países da Europa e do Mundo.
Estes animais têm uma grande sensibilidade a alterações ambientais, como variações no clima e na salinidade (quantidade de sal dissolvido na água). Por exemplo, o polvo-comum desapareceu do Canal da Mancha após o inverno gelado de 1963, não tendo regressado tão a norte desde o ano referido. Outro exemplo é o facto de migrarem para maiores profundidades quando a salinidade é reduzida (por exemplo após grandes chuvadas).
Por esta grande sensibilidade, são muitas vezes utilizados como indicadores biológicos, ou seja, como forma de avaliar a "saúde" dos ecossistemas.
Adaptado de http://www.ipma.pt/pt/media/noticias/newsdetail.html?f=/pt/media/noticias/textos/Cefalopodes_DQEM.html
Mariana Rocha (5.º B)

Uma salsicha de peixe que sabe a carne. Este é o inovador produto desenvolvido por investigadores do Departamento do Mar e dos Recursos Marinhos do Instituto Português do Mar e da Atmosfera. Utilizando a pescada como matéria-prima, em conjugação com um conceito familiar ao mercado alimentar, foi assim desenvolvida a salsicha de pescado, que, apesar de ser confecionada com peixe, mantém as propriedades sensoriais: odor, sabor e textura, de uma típica salsicha Frankfurter. Rogério Mendes, um dos principais impulsionadores do projeto, deu a conhecer um pouco mais sobre este produto, que tem viabilidade para revolucionar o mercado.