segunda-feira, 7 de julho de 2014

Os Cefalópodes como indicadores do bom estado dos Ecossistemas

     Os Cefalópodes (como por exemplo: lulas, polvos, chocos, potas, entre outros) são moluscos marinhos muito antigos, bastante evoluídos, com modos de vida diversos e um vasto leque de preferências ambientais. Têm uma vida curta (morrem após um único período de desova ao fim de 1 a 2 anos) e possuem características que lhes valem um lugar de destaque na estrutura trófica (ou seja, nas relações alimentares) dos ecossistemas marinhos. São também um recurso valioso da pesca em vários países da Europa e do Mundo.
     Estes animais têm uma grande sensibilidade a alterações ambientais, como variações no clima e na salinidade (quantidade de sal dissolvido na água). Por exemplo, o polvo-comum desapareceu do Canal da Mancha após o inverno gelado de 1963, não tendo regressado tão a norte desde o ano referido. Outro exemplo é o facto de migrarem para maiores profundidades quando a salinidade é reduzida (por exemplo após grandes chuvadas). 
     Por esta grande sensibilidade, são muitas vezes utilizados como indicadores biológicos, ou seja, como forma de avaliar a "saúde" dos ecossistemas.

Adaptado de http://www.ipma.pt/pt/media/noticias/newsdetail.html?f=/pt/media/noticias/textos/Cefalopodes_DQEM.html 


Mariana Rocha (5.º B)

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Utilização dos minerais e rochas pelo Homem

A fechar o estudo das rochas, ficámos a conhecer algumas aplicações que fazemos de rochas e minerais, alguns que usamos no nosso dia-a-dia, mesmo sem nos darmos conta.

Inês Castro e Maria Vales (7.º ano)

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Paisagens geológicas

À superfície da Terra, as rochas podem apresentar aspetos muito diferentes, produzindo paisagens características, que nos permitem, muitas vezes, identificar a rocha dominante. Assim, existem três grandes tipos de paisagens geológicas (magmáticas, sedimentares e metamórficas), como tão bem explicaram alguns alunos do 7.º ano nas aulas de Ciências Naturais:

Beatriz Fachada (7.º ano)

Iara, João e Renata (7.º ano)

Beatriz Vilarinho e Raquel (7.º ano)

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Os minerais

O primeiro dos trabalhos a ser apresentado pelos alunos do 7.º ano sobre a última unidade em estudo falou-nos da definição de minerais, de algumas das suas propriedades e de exemplos destes constituintes das rochas.

Francisco Marques e Catarina (7.º ano)

sábado, 7 de junho de 2014

Trabalhos realizados pelos alunos do 6.º ano (atualizado)

     Nas últimas aulas do ano, os alunos do 6.º ano apresentaram alguns trabalhos que abordaram temas muito variados, desde doenças a problemas sociais e hábitos saudáveis. Aqui ficam alguns deles:

6.º A












6.º B













      

sexta-feira, 6 de junho de 2014

O cavalo-marinho

     O cavalo-marinho pertence a um género de peixes das águas marinhas temperadas e tropicais. Os cavalos-marinhos caracterizam-se por terem uma cabeça alongada, com filamentos, e por exibirem mimetismo semelhante ao do camaleão, podendo mudar de cor e mexer os olhos independentemente um do outro. Nadam com o corpo na vertical, movimentando rapidamente as suas barbatanas.
     Alimentam-se de pequenos moluscos, vermes, crustáceos e plâncton, que são sugados através do seu focinho tubular. Como não têm o costume de ir atrás do alimento, comem o que estiver a passar por eles.

 

    A reprodução dos cavalos marinhos ocorre na primavera. Os ovos postos pela fêmea são fertilizados pelo macho, que os guarda numa bolsa na base da sua cauda. Dois meses mais tarde, os ovos abrem e o macho realiza violentas contorções para expelir os filhotes. Estes são transparentes e pouco maiores que um centímetro.

Mariana Rocha (5.º B)


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Encontrados na Argentina fósseis do maior dinossauro de todos os tempos

     Cientistas argentinos anunciaram na passada sexta-feira (16/05) a descoberta dos restos do maior dinossauro conhecido até agora. Ruben Cuneo, diretor do Museu Paleontológico de Trelew, na província de Chubut, no sul da Argentina, informou que o animal herbívoro media por volta de 40 metros de comprimento e pesava cerca de 80 toneladas, o equivalente a 14 elefantes africanos. Assim, este destrona o argentinossauro como o maior sáurio que já viveu sobre a Terra. 


   

José Luís 6ºB

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Rochas e minerais

     Os minerais são substâncias encontradas na natureza, com uma composição química equilibrada, resultante de milhões de anos de processos inorgânicos (ação do calor, pressão, etc). A maioria dos minerais é sólida, mas há alguns líquidos. Muitos minerais têm composição química definida. Outros têm uma série de compostos onde um elemento metálico pode ser total ou parcialmente substituído por outro. A identificação de alguns minerais raros requer equipamentos de laboratório, análises químicas e estudos de ótica ao microscópio petrográfico.
     As rochas são, por sua vez, associações naturais de minerais agregados ou não, cobrindo vastas áreas da crosta terrestre. São, normalmente, agrupadas, de acordo com a sua origem, em três grandes classes: magmáticas ou ígneas, metamórficas e sedimentares. 
     A maior parte das rochas são formadas a grandes profundidades e sob condições de temperatura e pressão elevadas. Por esta razão, a exposição à atmosfera faz com que se tornem instáveis porque ficam sujeitas a condições de pressão e temperatura muito diferentes daquelas do meio onde se originaram. Assim, a diminuição da pressão faz com que surjam fendas e a oscilação de temperatura do dia para a noite, e do inverno para o verão provoca dilatação nas épocas de calor e contração nos períodos mais frios. Como a maior parte das rochas são constituídas por mais do que um mineral, essas variações de volume provocam o aparecimento de inúmeras fendas, que abrem caminho para que a água se infiltre, causando ainda mais alterações.

Exemplos de rochas:
Edmundo Dinis (5.º A)

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Os coalas

     Os coalas vivem em média 14 anos. Vivem em eucaliptos de onde tiram o seu alimento, passando, em média, 14 horas por dia a dormir ou a descansar, e o restante em busca de alimento. A sua bolsa marsupial situa-se na barriga. O filhote fica lá até crescer e, depois, fica agarrado às costas da mãe até tornar-se adulto.
     Estes marsupiais encontram-se em vias de extinção desde o início da colonização inglesa da Austrália, quando surgiu o hábito de matá-los para usar a sua pele, pois a sua pelagem do dorso é muito densa e tem uma coloração escura que absorve o calor. Hoje, a caça não é o maior risco, mas sim os incêndios nas florestas e a eliminação das árvores onde vivem. Ao perder a sua “casa” e o alimento adequado, o coala muda de local e pode chegar a povoamentos ou cidades onde acaba por morrer por atropelamento ou é caçado por cães.

Bebé koala com a sua mãe
Koala adulto
Mariana Rocha (5.º B)

A mais realista simulação da evolução do universo

     Uma equipa de cientistas criou, com o uso de milhares de supercomputadores, uma simulação considerada a mais realista de sempre da evolução do universo, que inclui a mais correta composição e distribuição das galáxias.
     Para esta simulação, a equipa de cientistas trabalhou ao longo de cinco anos num modelo matemático que inclui toda a evolução do universo, começando 12 milhões de anos depois do Big Bang.
     O resultado da investigação, publicada na revista Nature, é uma sequência de imagens de vários tipos de galáxias, que coincidem com os dados observados até hoje.

Adaptado de http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3853634&page=-1

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Exposição de modelos de vulcões

     No âmbito da disciplina de Ciências Naturais, a turma do 7.º ano construiu modelos de vulcões com vários materiais (alguns deles bem docinhos...). Estes trabalhos estão em exposição junto à entrada do edifício do 2.º ciclo. Mais uma vez, os alunos puseram toda a sua criatividade em ação e têm tido muitos elogios (merecidos!). Ficam as fotos.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Lixo humano no mar europeu


     Garrafas, sacos de plástico e redes de pesca foram alguns dos tipos de lixo humano encontrados no mar profundo da Europa, segundo um estudo recente. O lixo foi encontrado ao longo de todo o Mediterrâneo e costas da Europa, estendendo-se até uma distância de 2.000 quilómetros da costa. Os resíduos são um problema no ambiente marinho por serem confundidos com alimento por alguns animais, podendo causar a sua morte.
     O plástico foi o item de lixo mais comum no fundo marinho, seguido do lixo associado à pesca (redes e linhas). Foram também descobertos vidro, metal, madeira, papel/cartão, roupa, cerâmica e outros materiais não identificados.
     "A maior parte do mar profundo continua inexplorada pelos humanos e esta é a nossa primeira visita a muitos destes locais, pelo que ficámos chocados ao descobrir que o lixo chegara lá primeiro que nós", acrescentou o cientista Christopher Pham. Uma das descobertas mais interessantes, foi terem-se encontrado depósitos de carvão queimado no fundo marinho, largados no mar por navios a vapor desde o final do século XVIII.
     A grande quantidade de lixo que chega ao mar profundo é um assunto de importância mundial. Os resultados deste estudo demonstram a necessidade de ações para prevenir a crescente acumulação de lixo nos ambientes marinhos.

sábado, 12 de abril de 2014

É de peixe mas sabe a carne: investigadores desenvolvem salsicha de pescado

     Uma salsicha de peixe que sabe a carne. Este é o inovador produto desenvolvido por investigadores do Departamento do Mar e dos Recursos Marinhos do Instituto Português do Mar e da Atmosfera. Utilizando a pescada como matéria-prima, em conjugação com um conceito familiar ao mercado alimentar, foi assim desenvolvida a salsicha de pescado, que, apesar de ser confecionada com peixe, mantém as propriedades sensoriais: odor, sabor e textura, de uma típica salsicha Frankfurter. Rogério Mendes, um dos principais impulsionadores do projeto, deu a conhecer um pouco mais sobre este produto, que tem viabilidade para revolucionar o mercado.
     A salsicha de pescado não sabe a peixe, integra a dose diária recomendada de Omega 3 e fibras vegetais e tem ingredientes muito recomendados para as crianças em idade escolar. “Só tenho pena de não ser industrial”, brinca o investigador, que acredita no sucesso do produto e nos benefícios que poderia trazer à saúde pública.

http://negocios.verportugal.net/Publicacoes/Restauracao/E-de-peixe-mas-sabe-a-carne-Investigadores-desenvolvem-salsicha-de-pescado=007482 (adaptado)

Mariana Rocha (5.º B)