sexta-feira, 12 de junho de 2015

Buldogue francês

     O Buldogue francês é uma raça que encanta todos, principalmente os fãs dos "cães de cara amassada".

País de origem:  França
Ano:  por volta de 1800
Função original:  cão de colo
Função atual:  cão de companhia
Pelagem:  lisa, curta, macia e brilhante
Peso médio:  8kg a 14kg
Tamanho:  aproximadamente 35cm
Expectativa de vida:  12 a 14 anos

História e Origem

   
     O Buldogue francês é uma raça que deve a sua existência a pelo menos três países: Inglaterra, França e EUA. A Inglaterra ajudou com a base da raça, que foi o antigo buldogue. Criadores franceses transformaram estes pequenos buldogues num tipo francês distinto, e criadores americanos foram os primeiros a exigir as tão conhecidas orelhas de morcego.
     Hoje, os buldogues franceses são cães muito especiais, excelentes como cães de companhia. O seu focinho engraçado e o seu temperamento divertem muito as pessoas, sendo difícil passear com um bulldog francês sem chamar a atenção.
Ana Rita Queijo (5.º A)

quinta-feira, 11 de junho de 2015

O corpo humano

Duarte Duarte (5.º A)

Fototropismo

     Fototropismo é a designação dada ao movimento dos seres vivos em reação a estimulos luminosos, especialmente das plantas. Este movimento pode ser em direção à fonte de luz (fototropismo positivo), em sentido oposto a esta (fototropismo negativo) ou perpendicular à direção desta (fototropismo transversal).
     O fototropismo nas plantas é tal que o caule apresenta reação positiva, isto é alonga-se em direção à luz, e a raiz reação negativa, conduzindo a um crescimento desta afastando-se da fonte luminosa.
     Quando se ilumina um caule de maneira unilateral, na face iluminada ocorre destruição pela luz de um tipo de hormonas vegetais - auxinas -, o que inibe o crescimento naquela região. Com isso, o lado que permanece no escuro cresce mais, determinando a curvatura do caule em direção à fonte luminosa.  
     Nas raízes, ao contrário, a inativação das auxinas presentes na face iluminada favorece o seu crescimento: daí a curvatura desses órgãos em direção oposta à fonte de luz.

             
Ana Rita Queijo (5.º A)

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Células e seus constituintes


Fernando Jorge (5.º A)

Pandas

     Devido às mudanças climáticas, à desflorestação e aos incêndios, que provocam a destruição do seu habitat, os pandas entraram num processo de extinção. Os pandas vivem nas florestas das regiões montanhosas do sudeste da China (esta região é o seu habitat natural).
     São omnívoros, pois alimentam-se principalmente de rebentos de bambu, de folhas e de carne. O panda de Sichuan apresenta a conhecida pelagem preta e branca. As orelhas, o nariz, os pelos em torno dos olhos, os ombros e os membros são escuros. Os olhos são pequenos.
     Além da destruição das florestas de bambu, a baixa taxa de natalidade e alta taxa de mortalidade infantil tem agravado o risco de extinção da espécie. A caça indiscriminada, que ocorria em grande escala no passado, também contribuiu para a dizimação da espécie. Hoje, a caça de pandas é combatida com rigor na China. A partir de 1997 passou-se a punir os infratores com uma pena de 20 anos de prisão.

Adaptado de :

Mariana Rocha (6.º B)

terça-feira, 26 de maio de 2015

Grandes carnívoros em extinção

     Leões, focas, ursos e outras espécies de grandes predadores estão a desaparecer dos seus habitats. Em consequência, é cada vez mais frágil o equilíbrio em diversos ecossistemas por todo o mundo, sobretudo no Sudeste da Ásia, o Sul e o Leste de África e a Amazónia, na América. Em 31 espécies dos maiores carnívoros da Terra, resta apenas um quarto da sua população. Outras 17 espécies, só dispõem de metade da sua área original.



Duarte Duarte (5.º A)

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Um peixe com sangue quente?

     O peixe-cravo (Lampris guttatus), habitante das profundezas dos oceanos, é o primeiro peixe conhecido a ter sangue quente, revelaram cientistas norte-americanos na edição da revista Science.

     Este peixe comestível é redondo, prateado e com barbatanas vermelhas, vive em águas oceânicas e pode atingir até dois metros de comprimento.

     Quando os cientistas colocaram sensores de temperatura em peixes-cravos, descobriram que a temperatura média dos seus músculos era superior à das águas onde o peixe passa a maior parte do seu tempo.

     O peixe-cravo gera calor através de um bater constante das suas barbatanas peitorais e possui camadas de gordura em torno das brânquias, do coração e dos tecidos musculares que ajudam a conservar esse calor. Também consegue impedir perdas de calor graças a pequenos vasos sanguíneos que transportam o sangue quente vindo do interior do corpo e que, ao envolverem as veias situadas junto das brânquias, aquecem essas veias.

     Este autêntico sistema de aquecimento interno permite ao peixe-cravo manter o seu cérebro aquecido, o que melhora o desempenho cerebral, e os seus músculos mais ativos, o que o faz nadar e apanhar as suas presas mais depressa, sendo um predador muito ativo, que consegue caçar presas ágeis tais como lulas e percorrer grandes distâncias.

     “Nunca tínhamos visto nada deste tipo nas brânquias de outros peixes até aqui”, diz Nicholas Wegner. “Trata-se de uma inovação interessante destes animais, que lhes confere uma vantagem competitiva.”


Adaptado de http://www.publico.pt/ciencia/noticia/peixe-de-aguas-profundas-e-frias-tem-sangue-quente-1695781


terça-feira, 5 de maio de 2015

Artigos de opinião - Proteção da Natureza

     Apresentam-se de seguida algumas das reflexões apresentadas pelos alunos do 8.º ano, no âmbito da disciplina de Ciências Naturais.

 Maria Vales Ana Beatriz e Inês ReisCatarina Silva e Renata Reis  Inês Castro Ana Pinho e Eduarda Moutinho  Frederico Costa e João Bernardo  Rodrigo Dias Rui Nunes Filipe Barros Rita Moreira e Raquel Cardoso   Ruben Ramos

  Nota: Dado que são elementos de avaliação, não se apresentam quaisquer correções nos trabalhos aqui publicados, pelo que poderão conter imprecisões.

(8.º ano)

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Vida selvagem em perigo

     Em África existem 32 mil leões. Há cinquenta anos, eram 100 mil. O número de girafas também diminuiu. Em 2000, eram cerca de 140 mil, atualmente são 80 mil. A razão para este declínio é a invasão humana dos seus habitats, para os converter em áreas agrícolas e povoações.
     Existem nove espécies de girafa. O Quénia é o país onde vive o maior número destes animais, que são os mais altos do mundo, e o único onde convivem as três subespécies. O Governo queniano comprometeu-se a garantir que as vai proteger no presente e no futuro.
     Apenas nove países africanos têm pelo menos mil leões. A Tanzânia, com cerca de 13 mil, é onde subsistem mais. No oposto, foi na Guiné-Bissau que a redução foi mais acentuada.



Duarte Duarte (5º A)


sexta-feira, 24 de abril de 2015

A intolerância ao glúten

O que é o glúten?

O glúten é uma proteína presente no trigo, na aveia, na cevada e no centeio.

O que é a intolerância ao glúten?

A intolerância ao glúten é uma má reação do organismo perante a presença de alimentos com este tipo de proteína.

Quais as alterações ocorridas no organismo perante a intolerância ao glúten?

Havendo uma predisposição genética, a ingestão de pequenas quantidades de alimentos que contenham glúten desencadeiam, no intestino delgado, uma inflamação crónica que pode ocorrer em qualquer idade, sendo mais comum no primeiro ano de vida.
Num indivíduo saudável, a parede do intestino é coberta por vilosidades e microvilosidades, cuja função é aumentar a área de absorção de nutrientes. No entanto, no celíaco, devido ao glúten, o revestimento mucoso do intestino é danificado e estas vilosidades ficam muito reduzidas. Devido a essa redução da área intestinal, a absorção de nutrientes como proteínas, gorduras, hidratos de carbono, vitaminas e minerais, é limitada, originando má nutrição.

Quais são os sintomas?

Este processo é acompanhado por uma série de sintomas que varia de pessoa para pessoa.Os sintomas mais comuns são:
• Diarreia frequente, de 3 a 4 vezes ao dia, com grande volume de fezes;
• Vómito persistente;
• Irritabilidade;
• Perda de apetite;
• Emagrecimento sem causa aparente;
• Dor abdominal;
• Abdómen inchado;
• Palidez;
• Anemia;
• Diminuição da massa muscular.

Adaptado de www.tuasaude.com


Mariana Rocha (6.º B)