Neste espaço do Externato de Santa Joana poderás encontrar diversos materiais relacionados com as Ciências Físicas e Naturais e os teus próprios artigos de pesquisa ou de opinião, sempre que os queiras partilhar.
Nalgum lugar, há algo incrível à espera de ser conhecido.
Carl Sagan
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
O planeta Mercúrio encolheu
Nos últimos quatro mil milhões de anos, o planeta Mercúrio encolheu cerca de sete quilómetros, revela um estudo dirigido pelo astrofísico Paul Byrne, do Instituto Carnegie de Washington, EUA. A equipa de Byrne analisou as cordilheiras e as falhas na superfície do planeta mais próximo do Sol através das imagens captadas pela sonda Messenger, em órbita à volta de Mercúrio desde 2011, e concluiu que elas se contraíram no decurso do arrefecimento do planeta.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Aveia (uso medicinal)
As plantas medicinais foram através dos tempos, desde a origem do Homem até aos nossos dias, a base de tratamentos para os problemas de saúde que começaram a afligir a Humanidade. Aconselho o livro “ Tratamento pelas Plantas medicinais”, de João Ribeiro Nunes a pessoas que apreciam utilizar receitas medicinais com várias plantas e também o recomendo a quem gosta de saber mais sobre plantas ligadas à medicina.
Vou deixar algumas informações acerca da aveia:
- Família: Gramineas
- Descrição/Habitat: É uma gramínea anual, com cerca de uma metro de altura, com colmos eretos e nodosos. Os seus frutos vulgarmente chamados sementes ou grãos, têm um sabor adocicado. Pouco exigente quanto ao tipo de solo, a aveia é cultivada em climas amenos, alternando frequentemente com outros cereais.
- História: O grão de aveia possui incontestáveis propriedades energéticas e nutritivas. Em farinha, há muito tempo utilizado como alimento para idosos e dispépticos (pessoas com dificuldade de digestão). Já Plínio, na sua “História Natural”, afirmava que os povos da Europa central apenas se alimentavam de pães feitos de farinha de aveia.
- Propriedades terapêuticas: Segundo alguns autores contemporâneos, a aveia revela uma ação diurética, emoliente, refrescante e antivaricosica. Os grãos – ricos em vitamina B, proteínas, ferro e cálcio – atuam sobre a formação dos ossos e do sangue, estimulam a capacidade de concentração. As fibras facilitam a digestão e regulam o trânsito intestinal.
- Fitoterapia/medicina popular: O grão fervido em leite ou cozido em água, é indicado para crianças, pessoas com idade avançada e convalescentes (quem se está a recuperar de uma doença). Pode ser usada como cozimento (20 a 25g de aveia para meio litro de água: ferver meia hora). A infusão de aveia torrada, tomada em jejum (3 chávenas) é um laxante (medicação que se administra pela boca, para fazer evacuar o intestino). A cataplasma de aveia cozida em vinagre, aplicada quente, é analgésica.
Adaptado do livro “ Tratamento pelas Plantas medicinais”, de João Ribeiro Nunes
Matilde Serra (6.º B)
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
O ocelote
O Leopardus pardalis ou, como é chamado mais popularmente, ocelote, vive em toda a América Latina, com exceção do Chile, sendo que nos Estados Unidos a espécie foi praticamente extinta. O seu habitat consiste em bosques tropicais, pântanos, campos, savanas e regiões alagadas.
O ocelote alimenta-se essencialmente de animais silvestres, principalmente de pequenos roedores, de aves, répteis e outros mamíferos.
O seu tamanho vai dos 90 até aos 130 cm. Pesa entre 10 e 16 kg. O período de gestação destes animais compreende 70 a 80 dias, e têm em média 2 ou 3 crias. O seu tempo de vida ronda os 13 a 17 anos.
O ocelote alimenta-se essencialmente de animais silvestres, principalmente de pequenos roedores, de aves, répteis e outros mamíferos.
O seu tamanho vai dos 90 até aos 130 cm. Pesa entre 10 e 16 kg. O período de gestação destes animais compreende 70 a 80 dias, e têm em média 2 ou 3 crias. O seu tempo de vida ronda os 13 a 17 anos.
A caça intensiva a este animal, motivada pela beleza da sua pele, motivou a redução drástica do número de exemplares da espécie. Com a lei da proibição à caça, este comércio diminuiu e hoje a principal ameaça a este felino é a destruição de seu habitat. A espécie é classificada como ameaçada de extinção.
Retirado de http://turma-c-extincao.blogspot.pt/
Ana Sofia (5.º A)
As plantas são seres inteligentes
Uma equipa de cientistas que estuda as plantas (botânicos), vendo-as em câmara rápida, percebeu que elas se comportam como se tivessem cérebro: comunicam entre si mediante sinais químicos, tomam decisões, são altruístas ou manipuladoras. Por exemplo, elas reconhecem os seus parentes e distinguem os estranhos. Se forem parentes, não competem, mas espalham as raízes dividindo o território de maneira equitativa. Também há uma espécie de cuidados parentais, como uma árvore dar voluntariamente seiva a uma planta pequena.
Duarte Duarte (5.º A)
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Anemia
A anemia é uma doença que consiste na capacidade reduzida do transporte de oxigénio do sangue para os tecidos. Pode ser causada pela redução de hemácias (as células do sangue responsáveis pelo transporte de oxigénio, também conhecidas como glóbulos vermelhos) ou de hemoglobina (uma proteína essencial à produção de hemácias). A falta de oxigénio nos órgãos é conhecida como hipoxia. O hemograma é o principal exame a ser realizado quando há suspeita de anemia.
Os sintomas mais comuns em casos mais leves são:
O consumo de alimentos ricos em ferro é essencial para a prevenção da anemia por deficiência de ferro. É importante diferenciar os alimentos que contêm ferro de origem animal (como carne, peixe e vísceras), dos que contêm ferro de origem vegetal, sendo que os de origem animal têm maior aproveitamento (cerca de 30%) que os de origem vegetal (nomeadamente leguminosas, como soja, feijão e grão-de-bico e vegetais como brócolos, couve-galega e alface), com um aproveitamento de cerca de 10%.
Os sintomas mais comuns em casos mais leves são:
- Cansaço, fraqueza e indisposição;
- Dificuldades de concentração e falta de memória;
- Problemas respiratórios;
- Batimentos cardíacos acelerados;
- Pele pálida;
- Problemas menstruais;
- Distúrbios de apetite;
- Mal estar, tonturas e náuseas.
O consumo de alimentos ricos em ferro é essencial para a prevenção da anemia por deficiência de ferro. É importante diferenciar os alimentos que contêm ferro de origem animal (como carne, peixe e vísceras), dos que contêm ferro de origem vegetal, sendo que os de origem animal têm maior aproveitamento (cerca de 30%) que os de origem vegetal (nomeadamente leguminosas, como soja, feijão e grão-de-bico e vegetais como brócolos, couve-galega e alface), com um aproveitamento de cerca de 10%.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anemia (adaptado)
Mariana Rocha (6.º B)
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
O Lince Ibérico
O ano de 2014 foi considerado negro para o lince ibérico, a espécie felina mais ameaçada no mundo e o carnívoro em maior perigo na Europa. Nos primeiros sete meses do ano foram 14 os linces vítimas de atropelamentos nas estradas da região espanhola da Andaluzia.
Este felino é classificado como o carnívoro mais ameaçado da Europa. Atualmente só existem duas populações reprodutoras de lince-ibérico (Doñana e Andujár-Cardeña no extremo Oriental da Serra Morena). Os atropelamentos acontecem como consequência da escassez de alimento. Os linces são obrigados a atravessar as estradas à procura de coelhos, uma vez que estes animais desapareceram por completo do Parque de Doñana devido a um vírus mortal.
O último censo indica que os efetivos totais se situarão abaixo dos 150 indivíduos adultos.
SALVEM O LINCE-IBÉRICO!
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Ameaçada de extinção
A estrelinha-de-santa-maria, residente na ilha de Santa Maria, nos Açores, é a ave mais pequena da Europa. Ela mede 8 a 9 centímetros de comprimento e 12 a 14 de envergadura. Alimenta-se de insetos, vermes e aranhas.
Devido à degradação do seu habitat, na zona do Pico Alto e no Barreiro da Faneca, e à redução da disponibilidade dos seus alimentos, corre o risco de extinção.
Retirado de http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3783098&seccao=Biosfera
Duarte Duarte (5.º ano)
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
O pavão
Este animal tem origem na Ásia (Paquistão, Sri Lanka e Índia), sendo que na Índia já foi considerado um animal sagrado.
Pode chegar a ter mais de 2 metros de comprimento (incluindo a cauda) e 80 cm de altura e pesa aproximadamente 4 kg. Prefere alimentar-se de insetos e outros pequenos invertebrados, mas também ingere sementes, frutas, folhas, pétalas e mamíferos de pequena dimensão. Costuma-se alimentar duas vezes por dia: pela manhã e pela noite.
Para voar, o pavão precisa de correr uma determinada distância, sendo que o seu voo é muito desajeitado e ruidoso.
A cauda colorida, com cores exuberantes e cujas penas podem ser abertas como um leque, não tem qualquer utilidade quotidiana para o animal, mas, como a espécie exibe um complicado ritual de acasalamento, esta desempenha um papel principal. Quando o processo é bem sucedido, a pavoa põe entre 4 a 7 ovos, que são incubados durante 28 dias.
A cauda dos pavões gerou o interesse de várias culturas, o que justificou a sua criação em cativeiro. Já foram criadas diversas variedades por seleção artificial, que apresentam plumagem branca, negra, púrpura, entre outras cores. Os pavões passam a noite no topo das árvores, e quando ameaçados, é nas árvores que se refugiam. Ao cair da noite, costumam gritar, sendo que, na época do acasalamento, os seus gritos noturnos se tornam extremamente desagradáveis.
Pode chegar a ter mais de 2 metros de comprimento (incluindo a cauda) e 80 cm de altura e pesa aproximadamente 4 kg. Prefere alimentar-se de insetos e outros pequenos invertebrados, mas também ingere sementes, frutas, folhas, pétalas e mamíferos de pequena dimensão. Costuma-se alimentar duas vezes por dia: pela manhã e pela noite.
Para voar, o pavão precisa de correr uma determinada distância, sendo que o seu voo é muito desajeitado e ruidoso.
A cauda colorida, com cores exuberantes e cujas penas podem ser abertas como um leque, não tem qualquer utilidade quotidiana para o animal, mas, como a espécie exibe um complicado ritual de acasalamento, esta desempenha um papel principal. Quando o processo é bem sucedido, a pavoa põe entre 4 a 7 ovos, que são incubados durante 28 dias.
A cauda dos pavões gerou o interesse de várias culturas, o que justificou a sua criação em cativeiro. Já foram criadas diversas variedades por seleção artificial, que apresentam plumagem branca, negra, púrpura, entre outras cores. Os pavões passam a noite no topo das árvores, e quando ameaçados, é nas árvores que se refugiam. Ao cair da noite, costumam gritar, sendo que, na época do acasalamento, os seus gritos noturnos se tornam extremamente desagradáveis.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pav%C3%A3o (adaptado)
http://www.infoescola.com/aves/pavao/ (adaptado)
Mariana Rocha (6.º B)
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Como distinguir as rochas umas das outras?
Matilde Serra (6.º B)
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Os alimentos como veículo de nutrientes
Maria João Moreira (6.º A)
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
O sistema digestivo de alguns animais
Joana Torrão (6.º A)
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