segunda-feira, 30 de março de 2015

Os inseparáveis de Angola

     Não é em vão que os Agapornis também são conhecidos como "Inseparáveis " e "Aves do Amor" uma vez que estes pequenos e alegres papagaios, depois de escolherem uma companheira, lhes dedicam fidelidade eterna. Por esta razão, o melhor é tê-los só aos pares.

Uma Vida Inseparável

     Os Inseparáveis ou Agapornis são pequenos papagaios oriundos de África. Vivem - como quase todos os papagaios - em boa harmonia com os seus congéneres. Os machos e as fêmeas destes pássaros temperamentais e donos de cores magníficas vivem juntos e acasalam para sempre. Esses "casais" estão quase sempre muito juntos e limpam mutuamente as suas penas com grande zelo e uma dedicação afetuosa. É a esta estreita e expressiva atitude de casal que os pequenos papagaios devem o seu nome de "Inseparáveis" ou "Pássaros do Amor". Esta última designação é a tradução do nome científico do género, Agapornis.

Ana Rita Queijo (5.º A)

quinta-feira, 26 de março de 2015

Os benefícios do chá

     Todos os chás (branco, preto, verde, etc) derivam da mesma planta: a Camellia sinensis, mas diferem consoante o processo de oxidação a que são sujeitos, modificando a cor das suas folhas, o seu aroma, sabor, entre outros fatores. Cada chá é benéfico para uma certa área da saúde.
     Existem outras bebidas, designadas de infusões, feitas a partir de raízes, folhas, flores ou casca de diversas plantas,  como por exemplo:
  • Camomila: os seus efeitos tranquilizantes são muito conhecidos, bem como o poder calmante que tem sobre problemas de estômago;
  • Cidreira: indicado para combater cólicas e gases. É ainda um calmante natural para estados de nervosismo e de insónia;
  • Dente-de-leão: desintoxica o fígado, estimulando o seu funcionamento saudável;
  • Gengibre: para além de acalmar o sistema digestivo, tem um efeito natural que fornece energia;
  • Hortelã/Menta: relaxa os intestinos, incentivando o seu funcionamento pleno e regular, sendo ainda aconselhado para perturbações de estômago;
  • Maçã: é antidiarreico e é o auxiliar perfeito para uma boa digestão. Tem ainda propriedades sedativas;
  • Valeriana: auxilia nas perturbações do sono, sendo um substituto natural dos vulgares comprimidos para dormir;
  • Equinácea: ajuda no tratamento de gripes, infeções respiratórias, infeções urinárias, candidíases, dores de dentes, inflamações nas gengivas, artrite reumatoide e doenças virais ou bacterianas, pois fortalece o sistema imunológico.
     
     Como qualquer outro alimento ou bebida, o chá pode ter efeitos secundários se for ingerido em excesso, ou em caso de alergias.

                                                                                        Adaptado de: http://casadocha.com/artigos/os-beneficios-cha e http://www.tuasaude.com/equinacea/ 


Mariana Rocha (6.º B)

quarta-feira, 25 de março de 2015

Procurando o par

     Existem cerca de 6547 espécies de répteis e na maioria, os dois sexos apresentam muitas diferenças: tamanho, forma ou cor, enquanto adultos. Por exemplo, os machos de todos os crocodilos e de muitos lagartos são maiores do que as fêmeas; todavia, na maior parte das serpentes e em algumas tartarugas aquáticas acontece o contrário e a fêmea é a maior.

     Os répteis reproduzem-se só em determinadas épocas do ano, tal como muitos animais, e, entre os répteis, existem diferentes sistemas para encontrar o par. Por exemplo, as serpentes macho podem descobrir as fêmeas através do olfato; os crocodilos, sobretudo durante a noite, emitem uns ruídos que são «chamamentos» para atrair as fêmeas e afugentar os rivais.
Exemplos de alguns comportamentos noutros animais:

- A família Agamidae

Estes animais têm uma cabeça grande, crista e papada de cores muito vivas; quando querem atrair uma fêmea ou intimidar um adversário, assumem posições apelativas e executam movimentos de ostentação que fazem sobressair as suas cores.

- Os lagartos Sauromalus


Dos desertos americanos, estes animais, não se conformam com um só parceiro e cada indivíduo de um e outro sexo copulam (acasalam) com vários indivíduos do sexo oposto, garantindo, assim a fertilização dos ovos.




Adaptado do livro "Os Répteis" da Editorial Notícias.
Matilde Serra (6.º B)


terça-feira, 24 de março de 2015

Anfíbio gigante que viveu há 200 milhões de anos descoberto em Portugal

     Há 200 milhões de anos terá vivido em Portugal uma criatura semelhante a uma salamandra gigante, com dois metros de comprimento, que terá sido um dos maiores predadores da Terra na altura da ascensão dos dinossauros. Os ossos da criatura semelhante a uma salamandra foram encontrados e escavados em rochas de um antigo lago na região de Loulé no Algarve, pelo que a nova espécie de anfíbio recebeu o nome de Metoposaurus algarvensis. 

     O Metoposaurus algarvensis «era tão comprido como um pequeno carro e tinha centenas de dentes afiados na sua grande cabeça chata. Este era o tipo de predador feroz que os primeiros dinossauros tinham que enfrentar, muito antes dos dias de glória do T. rex e Brachiosaurus».

     De acordo com os paleontólogos, os Metoposaurus algarvensis terão desaparecido há 201 milhões de anos, muito antes do desaparecimento dos dinossauros, durante a extinção em massa que marcou o fim do Período Triásico, quando o supercontinente Pangea se começou a dividir em vários continentes.

     A descoberta dos ossos em Loulé indica que estes animais estavam geograficamente mais dispersos do que se pensava até agora, dado que anteriormente já tinham sido encontrados vestígios de presença em África, na Europa e na América do Norte. No entanto, os restos fósseis encontrados em Portugal revelam diferenças ao nível da estrutura do crânio e da mandibula indicando que o Metoposaurus algarvensis pertencia a uma espécie distinta. 

O Planeta Terra


Matilde Serra (6.º B)

segunda-feira, 16 de março de 2015

Inseto mata palmeiras

     O escaravelho-vermelho mede pouco mais de três centímetros, tem pintinhas e um apetite devorador. Chegou a Portugal (ao Algarve) vindo da Polinésia, passando pelo norte de África. Desde 2007, e só em Lisboa, já matou mais de 500 palmeiras. Ele alimenta-se dos tecidos tenros da árvore. Quando afeta os tecidos que produzem as folhas, estes morrem e a palmeira apodrece. Sinais da presença do escaravelho são furos na base da palmeira, palmas roídas ou falta delas em cima.


Retirado de: http://www.audacia.org/v2/article/inseto-mata-palmeiras/

Duarte Duarte (5.º A)


sexta-feira, 13 de março de 2015

Perturbações do equilíbrio dos escossistemas (I)

     O funcionamento harmonioso dos ecossistemas naturais pode ser perturbado por catástrofes naturais ou através de ações humanas, que podem causar, entre outras consequências, a destruição de habitats e a extinção de espécies. Os trabalhos seguintes foram realizados no âmbito deste tema, pelos alunos do 8.º ano.

Nota: Ao contrário de todos os outros artigos publicados até hoje neste blog, e por se tratar de trabalhos sujeitos a avaliação, não foi feita qualquer revisão, pelo que é possível a existência de incorreções.

Catarina Silva


Beatriz Pinho

 
Rita Machado


 Pedro Antero


Iara Maubert


Rui Fontes


Leonor Vales


Frederico Costa

Ruben Ramos

(8.ºA)


Perturbações do equilíbrio dos ecossistemas (II)

Rodrigo Dias

Raquel Cardoso

Pedro Pinto

Maria Vales

Francisco Novais

Inês Reis


Miguel Carvalho

(8.º A)

Perturbações do equilíbrio dos ecossistemas (III)

Francisco Marques

Inês Castro

Renata Reis

Beatriz Vilarinho

Eduarda Moutinho

Filipe Lima

João Malta

(8.º A)

terça-feira, 3 de março de 2015

Por que é que a Terra está a parar de rodar?


Carolina Marques (7.º A)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

O planeta Mercúrio encolheu

     Nos últimos quatro mil milhões de anos, o planeta Mercúrio encolheu cerca de sete quilómetros, revela um estudo dirigido pelo astrofísico Paul Byrne, do Instituto Carnegie de Washington, EUA. A equipa de Byrne analisou as cordilheiras e as falhas na superfície do planeta mais próximo do Sol através das imagens captadas pela sonda Messenger, em órbita à volta de Mercúrio desde 2011, e concluiu que elas se contraíram no decurso do arrefecimento do planeta.


Duarte Duarte (5.ºA)

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Aveia (uso medicinal)

     As plantas medicinais foram através dos tempos, desde a origem do Homem até aos nossos dias, a base de tratamentos para os problemas de saúde que começaram a afligir a Humanidade. Aconselho o livro “ Tratamento pelas Plantas medicinais”, de João Ribeiro Nunes a pessoas que apreciam utilizar receitas medicinais com várias plantas e também o recomendo a quem gosta de saber mais sobre plantas ligadas à medicina. 
     Vou deixar algumas informações acerca da aveia:
  • Família: Gramineas
  • Descrição/Habitat: É uma gramínea anual, com cerca de uma metro de altura, com colmos eretos e nodosos. Os seus frutos vulgarmente chamados sementes ou grãos, têm um sabor adocicado. Pouco exigente quanto ao tipo de solo, a aveia é cultivada em climas amenos, alternando frequentemente com outros cereais.
  • História: O grão de aveia possui incontestáveis propriedades energéticas e nutritivas. Em farinha, há muito tempo utilizado como alimento para idosos e dispépticos (pessoas com dificuldade de digestão). Já Plínio, na sua “História Natural”, afirmava que os povos da Europa central apenas se alimentavam de pães feitos de farinha de aveia. 
  • Propriedades terapêuticas: Segundo alguns autores contemporâneos, a aveia revela uma ação diurética, emoliente, refrescante e antivaricosica. Os grãos – ricos em vitamina B, proteínas, ferro e cálcio – atuam sobre a formação dos ossos e do sangue, estimulam a capacidade de concentração. As fibras facilitam a digestão e regulam o trânsito intestinal.
  • Fitoterapia/medicina popular: O grão fervido em leite ou cozido em água, é indicado para crianças, pessoas com idade avançada e convalescentes (quem se está a recuperar de uma doença). Pode ser usada como cozimento (20 a 25g de aveia para meio litro de água: ferver meia hora). A infusão de aveia torrada, tomada em jejum (3 chávenas) é um laxante (medicação que se administra pela boca, para fazer evacuar o intestino). A cataplasma de aveia cozida em vinagre, aplicada quente, é analgésica.
Adaptado do livro “ Tratamento pelas Plantas medicinais”, de João Ribeiro Nunes

Matilde Serra (6.º B)