quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Dia Mundial da Alimentação

     Hoje comemorou-se, um pouco por todo o mundo, o Dia da Alimentação. Os alunos do 6.º ano assinalaram esta data com uma partilha de conhecimentos com os colegas do 4.º ano. Começaram por transmitir uma mensagem construída por toda a turma acerca da alimentação saudável e a Roda dos Alimentos, depois testaram as aprendizagens dos mais novos com algumas perguntas e, para terminar em beleza, cantaram em conjunto uma música.
     Agora é só aplicar os conhecimentos, para praticar uma alimentação saudável!

      


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

LED azuis ganham Nobel da Física

     As lâmpadas LED estão nos comandos dos televisores, nos semáforos, nos faróis dos carros, nos flashes das câmaras fotográficas e cada vez mais nos candeeiros das nossas casas e na iluminação das ruas! Na base desta forma de iluminação está uma invenção com cerca de 20 anos: um dispositivo eletrónico emissor de luz azul, que permitiu a criação de fontes de luz branca mais eficientes e amigas do ambiente. LED é a sigla em inglês de "light-emitting diode", ou díodo emissor de luz. A invenção dos LED azuis valeu esta terça-feira o prémio Nobel da Física de 2014 a três cientistas japoneses.

     “Nos LED, a eletricidade é diretamente convertida em partículas de luz (fotões), sendo mais eficiente do que outras fontes de energia, em que a maioria da eletricidade é convertida em calor e apenas uma pequena parte em luz”.

     Os galardoados Isamu Akasaki (nascido em 1929) e Hiroshi Amano (nascido em 1960) trabalhavam juntos na Universidade de Nagóia .Quanto a Shuji Nakamura (nascido em 1954), trabalhava então numa pequena empresa japonesa. No ano de 1992, juntos, conseguiram criar os primeiros LED azuis.

     O físico Carlos Fiolhais, da Universidade de Coimbra, chama ao galardão deste ano um “Nobel luminoso” e diz que não podia ter vindo em melhor hora, já que 2015 vai ser o Ano Internacional da Luz. Para terem sucesso, os três premiados tiveram de ser persistentes. “O trabalho dos físicos japoneses exigiu uma extraordinária dedicação. Foi preciso ultrapassar falhanços sucessivos na escolha e manipulação dos materiais mais adequados”, conta Carlos Fiolhais “.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Dissecação do encéfalo de um mamífero

     Os alunos de 9.º ano estiveram, hoje, no laboratório de Ciências a analisar encéfalos de carneiro. Ultrapassada a timidez inicial, aprenderam um pouco mais acerca do sistema neuro-hormonal, estudado nas aulas de Ciências Naturais. Fica um esquema e uma fotografia representativos do que viram.



sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Plantas - como se dispersam as sementes?

      As plantas não conseguem mudar de sítio, o que torna difícil a sua reprodução. Por este motivo, desenvolveram técnicas de dispersão que as ajudam a reproduzir-se, para evitar a extinção da espécie.
     Existem várias espécies de plantas no mundo, cada uma com um tipo de dispersão de sementes para assegurar que a sua espécie continua a existir. Algumas técnicas de dispersão de sementes são:

Anemófila (através do vento) 

     Algumas sementes possuem um forma de pêlos, que as leva para certos locais longe das plantas onde podem germinar. Outras sementes tem certos tipos de asas que as ajudam a permanecer no ar para irem para outro local. Ex: Dente-de-leão


Hidrófila (pela Água) 

     Certas plantas que nascem junto dos rios têm sementes flutuantes que descem com a corrente do rio para irem para outro local. Ex: Coqueiro




Zoófila (através dos animais)

     Existem sementes que estão revestidas por uma substância pegajosa, que se agarra às roupas e ao pêlo dos animais, levando as sementes a cair noutro local. Ex: Amor-de-Hortelão

     Outras sementes apresentam uma camada comestível, havendo certos animais herbívoros que as levam para "casa", deixando-a germinar. O esquilo enterra as bolotas e esquece-se de recolhê-las de novo, fazendo nascer novas plantas. Ex: Carvalho

     Algumas plantas dão frutos suculentos e comestíveis. Os animais que comem o fruto ficam com as sementes no sistema digestivo, expulsando-as nas fezes. Este meio é rico em nutrientes, facilitando a germinação. Ex: Morangueiro



Mecânica (realizada pela própria planta)

     Com o passar do tempo, os frutos das plantas secam e as paredes dilatam-se. Então, quando o fruto abre, a tensão faz catapultar as sementes. Ex: Giesta
Diogo Sousa (6.ºB)

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Primeiros casos de Ébola na Europa

     Com as recentes notícias de casos de pessoas infetadas com o vírus Ébola fora do continente africano, aumentam as preocupações quanto a esta doença. Apesar das campanhas de informação e dos cuidados dos profissionais de saúde, ainda não se conseguiu conter a sua propagação. Aqui ficam alguns dos dados mais recentes.


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Prémio Nobel da Medicina 2014

     Foi hoje anunciado o Prémio Nobel da Medicina/Fisiologia de 2014. John O'Keefe e o casal May-Britt e Edvard Moser foram galardoados pela descoberta das células e mecanismos do cérebro que nos permitem orientar-nos no espaço.
     Estes cientistas descobriram que o cérebro cria um mapa do ambiente que o rodeia, de modo a conseguir navegar em ambientes complexos. Segundo Rui Costa, neurocientista na Fundação Champalimaud, os neurónios, as células nervosas, codificam o espaço à nossa volta: se estamos no canto da sala ou na cozinha, eles guardam memória dessas localizações e voltam a ser ativadas quando nos recordamos. 
     Embora as experiências tenham sido realizadas em ratos de laboratório, o sistema é, muito provavelmente, equivalente nos restantes mamíferos, incluindo o Homem, pelo que poderá ajudar a perceber o processo da doença de Alzheimer.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

A Roda dos Alimentos

     A Roda dos Alimentos é uma representação gráfica circular que apresenta divisões com diversos alimentos. Ela foi criada para a Campanha de Educação Alimentar "Saber comer é saber viver", realizada em 1977 pelos portugueses.
     A Roda dos Alimentos está dividida em setores, cada um com alimentos de valor nutricional semelhante, ajudando-nos a saber o que devemos ingerir em maior ou em menor quantidade, para fazer uma alimentação diária completa, equilibrada e variada.
     Os cientistas, com o passar dos anos consideraram necessário fazer algumas mudanças na Roda. Assim, enquanto a Roda dos Alimentos antiga possuía apenas cinco grupos sem indicação da porções corretas (Cereais e Leguminosas; Laticínios; Carnes, Pescado e Ovos; Frutas, Hortaliças e Legumes; Óleos e Gorduras), a nova Roda dos Alimentos é composta por 7 grupos (Cereais e derivados, tubérculos (28%); Hortícolas (23%); Fruta (20%); Laticínios (18%); Carne, pescado e ovos (5%); Leguminosas (4%); Óleos e gorduras (2%)).
    
Roda dos Alimentos antiga
Roda dos Alimentos atual
     A Roda dos Alimentos não apresenta um grupo especifico para a água, embora ela esteja presente no centro da Roda, pois todos os setores contêm água. Por ser um bem tão essencial à vida, recomenda-se o seu consumo diário na ordem dos 1,5 a 3 litros.
     Portugal é um dos poucos países que atualmente utiliza a Roda dos Alimentos. A maioria dos países prefere a pirâmide dos alimentos, embora, de acordo com os cientistas, esta não explique corretamente o que deve ser uma alimentação saudável.


     A Roda dos Alimentos ensina-nos, assim, a termos uma alimentação:
  • Completa – comer alimentos de cada grupo e beber água diariamente;
  • Equilibrada – comer mais alimentos dos grupos maiores e menos dos grupos menores;
  • Variada – comer alimentos diferentes dentro de cada grupo, variando diariamente, semanalmente e nas diferentes épocas do ano.
Diogo Sousa (6.º B)

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

As Borboletas

     Tal como os outros insetos com metamorfose completa, o ciclo de vida das borboletas engloba as seguintes etapas:

      1 - Ovo (fase pré-larval);
      2 - Larva (chamada também de lagarta ou taturana);
      3 - Pupa (que se desenvolve dentro da crisálida, também chamado de casulo);
      4 - Imago (fase adulta).

     Durante a fase de lagarta, elas alimentam-se vorazmente e criam reservas alimentícias. Quando a larva está pronta para se transformar em crisálida (estado intermediário por que passam os lepidópteros para se transformarem de lagarta em borboleta), penduram-se numa folha por um par de falsas pernas, de cabeça para baixo. Assim que a pele das suas costas abre, a larva sacode-se e surge uma crisálida.
     As borboletas adultas vivem das reservas que acumularam e complementam a sua dieta absorvendo o néctar das flores e os sumos das frutas. A fase adulta pode durar de duas semanas a três meses, dependendo da espécie.
     Algumas, como a Borboleta-monarca, migram a longas distâncias. Outras desenvolveram relações simbióticas e parasíticas com insetos sociais, tais como as formigas. Algumas espécies são pestes, pois enquanto larvas podem danificar culturas ou árvores, porém algumas espécies são agentes de polinização de algumas plantas e as lagartas de algumas borboletas comem insetos nefastos.
     Os fósseis mais antigos conhecidos de borboletas são do período Eocénico, há 40-50 milhões de anos atrás.

Adaptado de http://pt.wikipedia.org/wiki/Borboleta

Mariana Rocha (6.ºB)

terça-feira, 30 de setembro de 2014

O Corpo Humano e a Água

     O corpo humano está habituado ao consumo regular de água, sendo assim nenhum humano consegue sobreviver sem ela. A falta de permanência de água no corpo pode levar a morte ou aos delírios.

     Perda e Falta de Água

     O nosso corpo está habituado à perda constante de água pela respiração, urina e pela transpiração. A água faz falta no nosso organismo, pois ela regenera e aumenta a quantidade das nossas células, ajuda a manter os níveis de colesterol e da pressão arterial, entre outras funções.

     A perda de água pode ter vários sintomas, mas uns mais graves que os outros. No esquema a seguir, apresento como a falta de água no organismo varia de ligeira para fatal:

Percentagem de desidratação
Tipo de gravidade
Sintomas
1%
Ligeira
Sede
2%
Moderada
Tonturas
3%
Moderada
Pele seca
4%
Moderada
Fadiga, boca seca, obstipação
5%
Grave
Febre
6%
Grave
Pulsação acelarada
7%
Grave
Falta de Transpiração
8%
Muito Grave
É necessária reposição de fluidos por via intravenosa.
9%
Fatal
Delírio
10%
Fatal
Delírio
11%
Fatal
Delírio/Morte
12%
Fatal
Morte
 
     Água a mais no organismo

     No organismo do ser humano a água é indispensável, no entanto, a água em excesso pode ser prejudicial, levando também à morte.
     Quando possuímos água a mais no organismo, os eletrólitos e o sódio são diluídos e o nosso corpo sofre, as células dilatam-se, incham e podem mesmo chegar a rebentar, o que pode ser fatal se não for tratado.


     Mitos e lendas sobre a desidratação

     Existem algumas lendas e mitos sobre a desidratação, mas uma delas destaca-se: a lenda de Prahlad Jani, que disse ter ficado 70 anos sem beber água. Os cientistas já fizeram testes a esta pessoa, no entanto nenhuma prova foi encontrada.

(Para saberem mais sobre os testes consultem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Prahlad_Jani)

Diogo Sousa (6.º B)

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Funções dos nutrientes

     Os nutrientes, constituintes dos alimentos, desempenham três funções principais no nosso organismo:

Energética - fornecem-nos energia para as nossas atividades e processos vitais.
Ex.: glícidos, lípidos.

Plástica - fornecem-nos matérias para formar e renovar células, permitido o nosso crescimento.
Ex.: proteínas, lípidos, sais minerais

Reguladora - ajudam ao bom funcionamento do organismo.
Ex.: água, vitaminas, fibras

Ana Sofia Pinto (6.ºA)

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Os Artrópodes

     Os artrópodes são animais invertebrados, assim chamados por terem patas articuladas. Existem várias classes pertencentes a este Filo, como a dos Insetos e a dos Aracnídeos, que podem distinguir-se facilmente, uma vez que os primeiros se caracterizam por apresentarem três pares de patas articuladas, enquanto os aracnídeos possuem quatro pares de patas.
     Apresentamos, de seguida, alguns dos artrópodes de que mais gostamos, para que possam aprender mais sobre eles:

1. Escorpião dourado

     Pertence à classe dos aracnídeos. Existem mais de 1100 espécies espalhadas por todo o mundo. São carnívoros, alimentando-se essencialmente de insetos, e têm geralmente hábitos noturnos e crepusculares quando se reproduzem e caçam. Alguns possuem venenos muito poderosos, que podem ser mortais para o Homem.

2. Escaravelho-rinoceronte
     É um inseto com um aspeto espantoso e um tamanho enorme. Existe em quase todas as regiões do planeta e, devido aos seus hábitos alimentares e aos escassos inimigos naturais que enfrentam, os escaravelhos podem provocar problemas em extensas áreas de culturas, tornando-se verdadeiras pragas.

3. Formiga-gigante

     É conhecida como formiga-carpinteira ou formiga-da-floresta, devido ao seu hábito de construir ninhos no interior dos troncos das árvores. São as maiores formigas do mundo, podendo atingir os 3 cm de comprimento.

Francisco Marques e Pedro Pinto (8.º A)



terça-feira, 9 de setembro de 2014

A ave maior


     Fósseis de uma ave já extinta foram encontrados em 1983, durante os trabalhos de ampliação de um aeroporto, o Charles International Aeroport, na Carolina do Sul, Estados Unidos. Este pássaro era um planador exímio, com uma envergadura de asas entre os 6,4 e os 8 metros, e por isso é de inteira justiça que seja considerado o maior que alguma vez cruzou os céus terrestres.
     O estudo dos fósseis descobertos, cujo resultado foi publicado há alguns dias na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, mostra que esta estranha ave, que os paleontólogos batizaram como Pelagornis sandersi, viveu entre há 28 e 24 milhões de anos, tinha um bico cheio de dentes e que era bem maior do que a anterior recordista nos céus, a Argentatis magnificens (já extinta, também), que tinha cerca de 5 metros de envergadura de asas.


Mariana Rocha (6.º B)

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Os Cefalópodes como indicadores do bom estado dos Ecossistemas

     Os Cefalópodes (como por exemplo: lulas, polvos, chocos, potas, entre outros) são moluscos marinhos muito antigos, bastante evoluídos, com modos de vida diversos e um vasto leque de preferências ambientais. Têm uma vida curta (morrem após um único período de desova ao fim de 1 a 2 anos) e possuem características que lhes valem um lugar de destaque na estrutura trófica (ou seja, nas relações alimentares) dos ecossistemas marinhos. São também um recurso valioso da pesca em vários países da Europa e do Mundo.
     Estes animais têm uma grande sensibilidade a alterações ambientais, como variações no clima e na salinidade (quantidade de sal dissolvido na água). Por exemplo, o polvo-comum desapareceu do Canal da Mancha após o inverno gelado de 1963, não tendo regressado tão a norte desde o ano referido. Outro exemplo é o facto de migrarem para maiores profundidades quando a salinidade é reduzida (por exemplo após grandes chuvadas). 
     Por esta grande sensibilidade, são muitas vezes utilizados como indicadores biológicos, ou seja, como forma de avaliar a "saúde" dos ecossistemas.

Adaptado de http://www.ipma.pt/pt/media/noticias/newsdetail.html?f=/pt/media/noticias/textos/Cefalopodes_DQEM.html 


Mariana Rocha (5.º B)

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Utilização dos minerais e rochas pelo Homem

A fechar o estudo das rochas, ficámos a conhecer algumas aplicações que fazemos de rochas e minerais, alguns que usamos no nosso dia-a-dia, mesmo sem nos darmos conta.

Inês Castro e Maria Vales (7.º ano)

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Paisagens geológicas

À superfície da Terra, as rochas podem apresentar aspetos muito diferentes, produzindo paisagens características, que nos permitem, muitas vezes, identificar a rocha dominante. Assim, existem três grandes tipos de paisagens geológicas (magmáticas, sedimentares e metamórficas), como tão bem explicaram alguns alunos do 7.º ano nas aulas de Ciências Naturais:

Beatriz Fachada (7.º ano)

Iara, João e Renata (7.º ano)

Beatriz Vilarinho e Raquel (7.º ano)